Ninguém pode parar Keanu Reeves [John Wick: Um novo dia para Matar]

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Entra em cartaz nesta quinta o segundo filme da franquia John Wick [Agora com o Subtítulo de Um novo dia para Matar], essa continuação se aprofunda muita mais sobre a organização criminosa que o John Wick faz parte, além de caprichar ainda mais nas cenas de luta.

Chad Stahelski, volta a cadeira de diretor, para tentar repetir o sucesso do primeiro filme. Stahelski é um personagem famoso em Hollywood, sempre trabalhou como dublê e que agora tenta a carreira como diretor, John Wick é só seu segundo filme, mas é a nona vez que ele trabalha com Keanu Reeves, foi ele quem apoiou Stahelski a se aventurar no caminho da direção.

Lutas bem coreografadas

Lutas bem coreografadas

Nada mais justo do que o diretor criar um personagem que fosse sob medida para Reeves. Sim, não consigo imaginar John Wick na pele de outro ator, o “Bicho Papão[apelido do assassino] apresenta uma aura tranquila, mas ao mesmo tempo uma fúria implacável. Estilo esse que Reeves já mostrou em outros filmes, Wick tem um pouco de samurai [Um Ronin para ser exato].

Neste novo filme, John Wick se encontra encurralado por Santino [Riccardo Scamarcio] um poderoso homem da máfia, que obriga [baseado em um pacto de cavalheiros] a entrar em uma última missão. Santino é um homem que precisa tomar o poder das mãos da sua irmã e nada mais justo do que contratar alguém para executar o serviço. Mas Santino não é um homem de palavra e coloca a cabeça do assassino a prêmio.

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Um dos grandes acertos do filme, foi se aprofundar na sociedade dos ladrões. Conhecer mais sobre suas regras e como ela funciona, da ainda sustentação para o universo dos personagens, arriscar na Glamourização dos criminosos também. Isso vai das roupas, modo de agir e o simples de fato de que existe uma honra entre eles.

Por hora esquecemos que eles são ladrões e assassinos e os imaginamos como espiões saído do um filme de James Bond.

JOHN WICK - 2014 FILM STILL - Keanu Reeves stars as John Wick - Photo Credit: David Lee Lionsgate

No quesito ação o filme não peca pelo excesso, diferente de outros filmes da mesma geração como [Velozes e Furiosos, XXX ou qualquer um do Liam Neeson] ele preza pela “realidade” as ações são bem apegadas a realidade, talvez o único momento que o filme fuja dessa “realidade” é a cena do tiroteio no metro, mas que também pode servir de crítica a sociedade, onde estamos sempre olhando para frente e esquecendo o que tem em volta.

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Outro bom acerto do diretor é a cena final, ele trouxe um elemento muito importante, que a teatralidade da sala de espelhos. E que serve de homenagem ao grande mestre Bruce Lee.

John Wick: Whoever comes, I’ll kill them. I’ll kill them all.

Winston: Of course you will.

O diretor encerra o filme com algumas possibilidades, seria legal ver John Wick novamente, mas superar esta sequência é quase impossível. Então vá ao cinema e veja John Wick: Um novo dia para matar.

Voltamos na Segunda!

Se você gostou da performance musical, procure Ciscandra Nostalghia!

Agora sim…. The Who

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Em 2016 eu comecei o ano com os Rolling Stones e encerei com o Black Sabbath [e sua The End Tour]. Agora em 2017 The Who anunciou 3 Shows no Brasil, sinal de mais uma turnê de despedida, o mais engraçado que em mais de 50 anos, a banda nunca teve interesse de tocar em terras brasileiras.

O que vai tornar o show mais concorrido ainda. A data certa ainda não sabemos, só se especula que será em setembro e sem um local exato, existem rumores de que pode ser no Allianz Park, já que a casa tem recebido a maioria dos shows de São Paulo. Mas a empresa que organiza e gerencia o sambódromo também está brigando para trazer a banda.

O Estádio do Morumbi foi descartado, já que ele não atende as necessidades de locomoção na região.

The Who é mundialmente conhecida por seus hits: My Generation, “Won’t Get Fooled Again”, “Baba O’Riley” e “Behind Blue Eyes [que foi regravado nos anos 2000 pelo Limp Bizkit]. Mas a carreira da banda não foi feita apenas de Hits, existem dois discos que ficaram famosos pela sua engenhosidade The Who Sell Out é um deles, um disco que imita as antigas rádios Piratas de Londres, que tocavam músicas intercaladas de comerciais.

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A banda fez questão de criar comerciais de produtos inventadas e tocar entre as faixas, e a maioria eram canções recusadas de seus discos.

Tommy o quarto álbum da banda é primeira Opera-Rock da história da música e conta a saga de Tommy, onde seu pai foi considerado perdido em batalha durante a Primeira Guerra Mundial, mas retorna inesperadamente e o atual amante de sua esposa, o mata, enquanto Tommy, então com sete anos de idade, presencia tudo através de um espelho.

Seus pais o forçam a acreditar que ele não viu, ouviu e não irá falar nada a ninguém, e Tommy consequentemente se torna surdo, cego e mudo.

Tommy é um dos discos mais legais do mundo do Rock.

Para quem não conhece a banda indico minhas 5 canções favoritas da banda:

“Sister Disco”

“Sally Simpson”

“The Song Is Over”

“Love, Reign O’er Me”

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O Chamado 3

Por Katia Soze

Quando o primeiro ‘O Chamado’ – remake norte-americano do filme japonês ‘Ringu’, de 1998 – surgiu em 2002, dirigido por Gore Verbinski (de ‘Piratas do Caribe’), seu misto de suspense com terror sobrenatural conquistou não apenas os fãs do gênero, mas também a crítica especializada.

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Com uma história repleta de mistério – onde quem assistisse a uma fita de vídeo morreria em sete dias – o filme trouxe um frescor de originalidade ao desgastado gênero do terror, aliado a um visual sombrio, sustos genuínos e surpreendentes atuações (destaque para Naomi Watts e o garotinho David Dorfman), ‘O Chamado’ ainda conseguiu estabelecer um dos primeiros ícones de filmes de terror do século XXI: a assustadora garotinha Samara. Obviamente, todo esse sucesso seria mais que suficiente para que houvesse uma continuação, certo?

Entretanto, mesmo contando com a direção do criador do filme original (o japonês Hideo Nakata), a sequência – realizada em 2005 – pecou muito por ser bem mais previsível e confusa na tentativa de se aprofundar nas origens da vilã. Sendo assim, a franquia foi abandonada por muito tempo até que 12 anos depois, chega aos cinemas brasileiros o novo capítulo dessa história: ‘O Chamado 3’. O filme conta nomes desconhecidos do público tanto na direção (o espanhol F. Javier Gutiérrez) quanto no elenco.

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Na história, Júlia (Matilda Lutz) se preocupa quando seu namorado Holt (Alex Roe) vai para a faculdade em outra cidade e desaparece misteriosamente. A investigação a leva até o professor Gabriel (Johnny Galecki, o Leonard da série ‘The Big Bang Theory’), um homem misterioso obcecado pela alma humana e por estudar a mitologia por trás de Samara. Na tentativa de salvarem suas vidas e colocarem de vez um final nessas mortes, eles se unem para descobrir onde tudo começou. E o filme, realmente assusta?

Infelizmente, ‘O Chamado 3’ está muito mais para a previsibilidade do seu antecessor do que para o suspense e terror do primeiro filme. O roteiro é repleto de clichês que nos fazem antecipar praticamente tudo o que irá acontecer na cena seguinte, e nem os famigerados ‘jumpscares’ funcionam – ao contrário do que acontece em filmes como ‘Annabelle’, ‘Atividade Paranormal’ ou ‘Ouija’, por exemplo.

Certamente é muito estranho quando em um filme de terror, o espectador dá mais risadas do que sustos, mas é o que realmente acontece. Os personagens tomam sempre decisões absurdas e o filme nem se esforça em criar momentos de tensão para deixar o público apreensivo e com medo – tanto pela trilha sonora mal utilizada quanto pela catastrófica direção de Gutiérrez.

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Na tentativa de tocar em temas como religião ou na relação entre os personagens, tudo é abordado da forma mais simplória possível. Em certos momentos, era difícil perceber se estava vendo ‘O Chamado’ ou a versão satírica ‘Inatividade Paranormal’. Por mais clichê que seja essa frase, é uma pena que Samara e sua franquia tenham alcançado literalmente ‘o fundo do poço’.

Selection Vintage 2014: o primeiro café envelhecido da Nespresso.

A Nespresso está há mais de 10 anos no Brasil e suas cápsulas mudaram a maneira que o brasileiro consome e enxerga o café. Porém, quando converso com alguém que compra os cafés Nespresso é sempre o Ristretto o escolhido para todos os dias, mesmo com a variedade de 24 blends oferecidos pela marca. Pensando nisso o Maldito Vivant e o Turma do Café vão iniciar uma série de notas degustando os cafés e dando dicas de possíveis harmonizações, numa tentativa de aproveitar muito mais o que a marca oferece.

E para começar com pé direito falaremos do Selection Vintage 2014 que foi lançado nesta segunda-feira (23/01).

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Sempre ouvimos falar de vinhos e queijos envelhecidos, porém o que muitas marcas de café tem nos provado é o café como bebida que pode relevar todo seu potencial quando envelhecido.

Na verdade, buscando a história, lá no Séc. XVI, o café bebido por todos era envelhecido, devido ao transporte que era de navio, num processo demorado e arriscado. Os grãos recebiam ventos com maresia, por vezes sofriam mutações e configuravam um novo perfil ao café.

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Remetendo à essa história a Nespresso lançou seu primeiro café envelhecido. Um café puramente colombiano, 100% arábica (a Colômbia não produz grãos Robusta), que foi mantido num armazem altamente controlado há 3.700m de altitude. Esta altitude elevada resulta num ambiente com baixa umidade e menos concentração de oxigênio, o que faz com que a oxidação do café seja mais lenta e que haja menos riscos do café mofar. As sacas eram mantidas em rotação e não em pilhas, e com isso os cafés eram envelhecidos de maneira mais padronizada possível.

A Nespresso passou anos para encontrar o melhor método, a safra ideal, e um resultado que fosse satisfatório, já que somente um grão de café inadequado poderia estragar todas as outras e alterar o blend desejado.

Foram 3 anos de preparo para o lançamento do Selection Vintage 2014, um café que através do envelhecimento deu mais densidade e corpo ao café colombiano além de potencializar as notas frutadas ao final da degustação. O mais diferente do café é como ele se mostra um café amadeirado no início da degustação e em seguida vai revelando um perfil mais característico dos cafés colombianos.

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Uma sugestão excelente para harmonizar com seu café é o queijo pecorino ou bolo de frutas cristalizadas.

Cada sleeve custa R$30,00 e podem sem comprados nas Boutiques Nespresso, pelo Nespresso Club ou pelo site/aplicativo.

Sanduíches com pão e café no aniversário de São Paulooct

Hoje São Paulo comemora 463 anos e a com isso a cidade está repleta de programações. Sidney Magal no Ibirapuera e até um pianista voador, neste mais de 400 anos São Paulo sempre foi notada por sua gastronomia e no fundo todos sabem o quanto é bom comer aqui: culinárias de várias partes do mundo. De uns tempos pra cá fomos surpreendidos com uma torrente de hamburguerias e temakerias, ainda assim São Paulo é o lar das padarias, cafés com seus pães na chapa que alegram os paulistanos.

Pensando nisso a Octávio Café quis homenagear a paixão do paulistano por pães e desenvolveu dois lanches especiais com pão de café.

Na matriz da Faria Lima está disponível um hamburguer de filé-mignon com 3 queijos e bacon. Custa R$30,00 e vem com onion rings e maionese de tomate seco como acompanhamentos.

A outra opção é um sanduiche de ciabatta com filé mignon, cheddar, queijo Ementhal, picles, cebola caramelizada e barbecue e que estará disponível na loja do Shopping Eldorado em Pinheiros, custando R$21,00.

Infelizmente, essas delícias estarão disponíveis por tempo limitado e você poderá aproveitar o hamburguer aé o dia 27 de Janeiro e o sanduíche de ciabatta até o dia 28!

Aproveitem o dia e  sexta-feira tem post com novidades da Nespresso.