Burning Song XIII [Chet Baker – My Funny Valentine]

Empolgado pelo frio que chegou novamente a São Paulo e pelo lançamento do novo filme do Woody Allen, tenho escutado bastante Jazz, principalmente Chet Baker. Como havia tempo que a tag Burning Song não aparecia por aqui, resolvi trazê-la de volta para compartilhar a música My Funny Valentine do apaixonado Chet Baker.  Além de ser uma das minhas favoritas, é uma excelente trilha para uma noite fria com uma bela companhia ou uma taça de vinho [ou os dois].

My Funny Valentine

Your my funny Valentine, sweet comic Valentine,
You make me smile with my heart,
Your looks are laughable, Unphotographable
Yet you´re my favourite work of art

Is your figure less than Greek?
Is your mouth a little weak?
When you open it to speak, are you smiling?
But don´t change a hair for me,
Not if you care for me.
Stay little valentine, stay!
Each day is Valentine´s Day

Each day is Valentine´s Day

 

Ama café? Você conhece o curso de Coffee Lovers?

Pensando nos apaixonados pelo café e em pessoas que tem vontade de saber mais sobre o universo dessa bebida, o Octavio Café promove mais uma edição do curso Coffee Lovers.

Como eu me incluo na lista de pessoas apaixonadas por café, vou acompanhar esta edição do curso. Na segunda entra um post contando os detalhes do curso e o que eu aprendi lá dentro. Mas já tenho uma pequena prévia dos assuntos abordados.

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Lá vamos conhecer mais sobre os sabores e aromas do café além de aprender novas técnicas para melhorar o paladar e o olfato, como avaliação sensorial, degustação, identificação de café no supermercado, E todo o processo que vai da semente à xícara.

Devo confessar que estou ansiosa para a degustação de diferentes métodos de café filtrado. O curso será ministrado pela barista e gerente de atendimento e qualidade do Octavio Café, Tabatha Creazo, quem conhece a casa já sabe muito bem quem é Tabatha.

O curso de Coffee Lovers acontece na próxima sexta-feira, dia 29 de julho, das 19h às 22h, na loja do Octavio Café localizada na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2996.

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O investimento é de R$ 250,00 por pessoa, o pagamento será feito no ato da inscrição [e poderá ser parcelado em até 5 vezes no cartão de crédito]. Cada turma é formada por no máximo 15 pessoas.

As inscrições poderão ser feitas no site www.octaviocafe.com ou pelo telefone (11) 3074-0110, mais informações pelo e-mail cursos@octaviocafe.com.

Esculturas gigantes feitas com pecinhas Lego chegam a São Paulo.

K. Pigari

Entre os dias 11 de agosto e 30 de outubro, São Paulo recebe na Oca, no Parque Ibirapuera, a exposição “Art of the Brick” do artista Nathan Sawaya, que reúne esculturas feitas com pecinhas de Lego.

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As pecinhas Lego surgiram na década de 1930, como uma pequena empresa familiar, ganhou destaque a partir da década de 1960 e veio crescendo nas décadas seguintes. Hoje em dia, os bloquinhos fazem a cabeça de crianças [e também de muitos adultos] pelo mundo todo.

Antes de começar a fazer suas esculturas gigantes que contam com milhares de pecinhas, Sawaya trabalhava como advogado em Nova York, onde defendia empresas corporativas. Mas seu amor pelos bloquinhos de plástico coloridos o fez mudar de ramo e se dedicar à arte contemporânea.

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As esculturas de Sawaya já foram expostas em mais de 80 museus pelo mundo todo. Entre suas obras, ele recriou clássicos como “Davi”, de Michelangelo, “Mona Lisa”, de Da Vince, o “Grito”, de Munch, “O Pensador”, de Rodin, e “Vênus de Milo”, todas foram montadas de forma que exploram uma terceira dimensão.

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Além da recriação de obras clássicas, a exposição também conta com esculturas gigantes, como o esqueleto de T-Rex de 6 metros de comprimento feito com 80.020 bloquinhos.

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A exposição também promete um espaço onde será possível que o público brinque e construa objetos com as pecinhas de Lego.

Depois de passar por São Paulo, a exposição chega ao Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, em novembro.

Estados Unidos de volta às origens cervejeiras

Por Humberto Domiciano

Os Estados Unidos são grandes definidores dos estilos de cervejas que serão reproduzidos em outros países, como o Brasil. Apesar das IPAs ainda serem as estrelas – todas as cervejarias artesanais americanas terem rótulos do estilo – outros tipos têm ganhado cada vez mais espaço.

A bola da vez são as boas e velhas pilsens e lagers. Na última Copa do Mundo da Cerveja, realizada em maio, as americanas ganharam diversas medalhas nas categorias. Entre as Light Lagers (estilo mais leve, tanto em sabor quanto em aroma) a Miller levou o Ouro, enquanto entre as Bohemian Pilseners (pilsens mais tradicionais, em falta no mercado brasileiro) as 3 medalhas foram para cervejarias americanas.

A cerveja Miller

A cerveja Miller

A volta às raízes da cerveja é interessante porque pode trazer um público que ainda não costuma beber rótulos especiais/artesanais.

O cenário brasileiro costuma ter certas atitudes radicais, que tendem a receitas extremas. Isso não traz novos públicos e afasta quem está começando a se interessar pelo assunto.

Não é à toa que dos diversos novos rótulos premiados no Festival Brasileiro da Cerveja, apareçam pouco nas prateleiras. Talvez o foco em estilos mais simples e básicos seja uma saída.

Sabbath e Ozzy

Depois de quase meio século de estrada, Black Sabbath coloca um ponto final em sua carreira gloriosa com um último show no Brasil. Com nome de The End a turnê vai passar por São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

A turnê vem com os Clássicos que todo o amante da banda conhece, além de algumas coisas do último disco [13], disco que ficou um bom tempo entre os mais vendidos, mas para os fãs mais antigos fica muito longe do potencial da Banda.

Uma das razões para uma última grande turnê é a saúde de Iommi, que após vencer o câncer, sua saúde e força não são mais os mesmos, mesmo assim a banda sabia que precisava de uma nova e última viagem para corar a história da banda.

Ozzy já tem novos planos para lançar mais um disco no início de 2017 e como disse em algumas entrevistas, é importante tocar com os velhos companheiros [Iommi e Geezer Butler] mas o fim do Sabbath não significa o fim do Ozzy.

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Para quem não se lembra em 79 ele foi expulso da banda e muitos acharam que aquele seria o seu fim, o próprio Ozzy pensava isso, mas as coisas foram entrando nos eixos e hoje o nome do Ozzy é por vezes maior que do Próprio Black Sabbath.

Muito do sucesso de sua carreira solo passa pelas mãos de Zakk Wylde, todo mundo conhece o seu maravilhoso solo em No More Tears. Hoje Zakk continua com a conceituada Black label Society e Ozzy tem um novo Guitarrista o jovem Gus G.

De tudo o que eu sei é que o Rock and Roll ainda não está morto, mas essa é uma das últimas chances de ver o Black Sabbath em atividade, depois disso apenas em DVD. Espero ter a mesma sorte de ter visto os Rolling Stones.

Voltamos na quarta.