Releitura do ano: O Grande Gatsby

“Precisamos decidir como podemos ser valiosos, em vez de pensar em quão valiosos somos.” Scott Fitzgerald.

 

Post Publicado originalmente em 19 de Janeiro de 2011

 

As festas de final de ano haviam chegado, minha busca por um presente para minha mãe me levou a um encontro casual com um livro. [Sim este livro é um personagem dotado de vida, pq ele me escolheu.]

Havia acabado de entrar no Sebo, quando menos espero um livro cai , quando levanto a sua capa branca, leio as letras douradas o nome de F.Scott Fitzgerald, aquela era sua Magnus Opus: O Grande Gatsby.

Comprei o livro por uma bagatela de 4 mangos. Passou a semana do Natal, começou a semana do Ano Novo e eu inicie a leitura. Fazia alguns anos que eu tinha vontade de ler algo do Fitzgerald e nada melhor do que um encontro casual.

Sinopse: Nick Carraway, um jovem comerciante de Midwest, fica amigo de seu vizinho Jay Gatsby, um milionário conhecido pelas festas animadas que dava na sua mansão em Long Island. A fortuna de Gatsby é motivo de rumores; nenhum dos convidados que Nick conhece na festa de Gatsby sabe muito bem sobre o passado do anfitrião.

Gatsby é famoso pelas festas, realizadas na sua mansão em West Egg. Todos os sábados, centenas de pessoas dirigem-se à casa de Gatsby para as alegres festas. Nick em seguida já se encontra na cena das festas, embora ele afirme que despreza inteiramente entretenimentos sem cultura. Mais tarde, Nick descobre que o milionário só mantinha estas festas na esperança que Daisy, seu antigo amor, fosse a uma delas por acaso.  Enquanto isso, Nick e Jordan começam um relacionamento, que Nick já prediz que será apenas superficial.

Fitzgerald nesse livro constrói de maneira exemplar uma critica direta ao modo de vida dos americanos no pós-guerra. Esse era o momento em que a sociedade de consumo estava se formando e dentro dele o famoso lema “American Way” estava se tornando a nova ideologia da sociedade.

Fitzgerald fazia parte dessa sociedade e tendo criado Nick [narrador] baseado em sua vivencia. Nick é um amante da sociedade e venera o modo de vida das pessoas a sua volta, mas mesmo assim ele reconhece todos os defeitos dessa sociedade que está sempre apegada aos bens matérias.

Quando ele conhece seu vizinho ele passa a ter uma idéia um pouco diferente da sociedade boemia e chega a fazer parte, pq ele sente que no fundo os mistérios de Gatsby o tornam um homem comum assim como ele [Nick].

Se isto era verdade, ele deve ter sentido que perdera  aquele seu cálido e antigo mundo, pago um preço demasiado alto por haver vivido com um único sonho. Deve ter fitado, através das folhas assustadoras um céu desconhecido – e sentindo um arrepio, ao verificar quão grotesca é uma rosa, e de que maneira crua cria a luz do sol sobre a relva que acabara de brotar. Um mundo novo, material, mas, não obstante, irreal, onde pobres fantasmas, a respirar sonhos, como se estes fossem o próprio ar, pairavam, fortuitamente, em torno…como aquela figura fantástica, cinérea, que deslizava em sua direção por entre as árvores amorfas.

Malditovivant volta na sexta com novas dicas.

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2 comentários em “Releitura do ano: O Grande Gatsby

  1. Ingrid A. disse:

    sou apaixonada por esse livro e fiquei com agua na boca de ler mais coisas do fitzgerald , porém, sabe-la pq nao li. acho essa capa interessante, nao consigo decidir se é bonita ou feia, mas sem dúvidas chama a atenção..

  2. blogandoassim disse:

    Ótimo encontro (: Começou bem com o Fitzgerald. Dele eu gosto muito de Suave é a Noite *_*

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