O retorno do bom e velho Vinil

Ele voltou dos sebos, graças a Alta fidelidade dos amantes.

Até pouco tempo atrás quem era visto com um Disco de Vinil [Bolachão, Hi-Fi ou outro apelido] era chamado de retrogrado ou mesmo de dinossauro. Nos dias de hj quem é visto com um vinil na mão, é tido como “o COOl”, o Descolado.

Tudo isso pq o Vinil voltou a ativa no mundo inteiro, bandas como os Rolling Stones, Bob Dylan [que nasceram na Era do Vinil] Blur [Bandas nascidas na era do MP3], Morrisey, entre outros. Estão relançando singles e álbuns clássicos no formato clássico de Vinil.

Recentemente os Rolling Stones lançaram um Single em Vinil, da canção ‘Plundered my soul’. Essa canção foi encontrada por acaso no começo do mês pela gravadora, enquanto remasterizavam o disco “Exile on Main Street” [um dos melhores discos da banda], está canção ficou perdida por 38 anos, nem Mick lembrava mais dela.

Apesar deste retorno do clássico, comprar vinil novo [sim vc pode ir em sebos e encontrar boas coisas antigas] no Brasil ainda é algo muito caro. Por exemplo: O Disco The Freewheelin do Bob Dylan pode ser encontrado na Saraiva por 175,00 Reais.


Um valor muito alto ainda para os padrões do consumidor Brasileiro. Para amenizar esse problema a antiga empresa carioca Polysom, comprada pelo dono da Deck Disco vai religar as máquinas e colocar alguns discos para serem produzidos aqui no Brasil.

A notícia foi tão bem recebida, que a empresa já tem encomenda para discos de artistas nacionais como a Pitty e a Nação Zumbi.

Agora se vc ama mesmo o Vinil, nada melhor do que se preparar para uma garimpada pelos Sebos do Centro de São Paulo. Onde normalmente podemos achar de tudo, mas nem sempre em bom estado.

[Pretendo futuramente voltar com mais notícias do Vinil aguarde.]

3 comentários em “O retorno do bom e velho Vinil

  1. Bom dia…Que bela noticia…tdos os valres estao rerocedendo…voltando os valores antigos..ate os discos…eu que gost dos tempos que nao vivi e que eu nao existia amei lance…mas caro heim…vamos ver o que tem por ai…se acredita que eu tenhu uma vitrola em casa…isso me deu vontade de restaurala..beijinhu ferds….

  2. Ingrid Abbade disse:

    Ah posso te surpreender?
    EU TENHO UM VINIL CARA!
    hahahaha
    adquiri um por 1,50 num brechó de uns amigos maçons do meu pai hahahhaah
    um vinil do U2 a primeira banda na qual eu disse com todo orgulho e honra “sou fã de mente e coraçao!” hahahahaha um vinil chamado ” under a blood red sky” com canções ao vivo do primeiro album deles etc.. *-*
    Nossa me lembro da emoção de ter comprado aquele vinil… Porém nunca ouvi por não ter onde coloca-lo pra tocar.Mas como agora to morando com minha avó e acredito que ela tenha em algum lugarzinho escondido um toca discos. aí sim vou poder dizer que sou “A COOL. A Descolada!” hahahahahahaha

    Ah adorei (de verdade ) saber que você passa no meu blog todos os dias.eu nem posto todos os dias pq euodeioir em blog que todo dia tem um treco novo e eu acabo me perdendo e num acompanho posts q adoraria ter lido e comentado. Entao dou um tempo de dois dias,tres entre um post e outro pra tempo de responder os comentários e as pessoas falarem sobre o que quiserem..Só que agora estou na “exclusão digital” e só to aqui,te respondendo, pq tô na minha antiga casa vendo como estão as coisas e matando a saudade.
    Muito obrigada por se dispor a me ajudar ,ajuda é sempre bom! E assim, dei um grito qnd voc disse sobre eu fazer parte “dos comparsas” ! COM CERTEZA temos que providenciar isso,já vou colocar você nos blogs que indico! com todos seus assuntos menos fashionistas me fez até ter vontade de ter um blog onde eu pudesse expor somente meus pensamentos,nada fashion ou esmaltistico..mas isso é só um projeto tenho q colocar a mão somente onde eu alcanço..por incrivel q pareça eu reflito cara! hahahahha

    Enfim já escrevi demais.Muita coisa pra falar e a vergonha de um comentário gigante já tá batendo..
    Beijão Fernando Ferds. :] até!

  3. Silvana disse:

    Pois é, os vinis nos devolvem a questão do ritual de ouvir música, porque exige uma atenção especial, uma concentração: nos detalhes da música, cuja qualidade exige esforço perceptivo dobrado e, porque qdo acaba o LP é necessário a disponibilidade do “apreciador” em trocá-lo. Agora, como faço para escutar meus vinis nos dias de hoje, né? Já não tenho mais vitrola. (rsrsrs)
    bjs,
    Sil.

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