Depois de 3 anos Kate Nash volta com novo CD.

Num mundo de Gagas, Kate Nash seria anormal.

[Antes de tudo começar, um parabéns especial para Jôh Dagort, do blog Look Book]

Lançado nos meados de 2007 Made Of Bricks, foi o disco de estréia de Kate Nash, esta bela e jovem inglesa de 22 anos, conquistou as paradas de sucesso britânicas com o single “Foundations”, onde ela conta sobre seus conturbados relacionamentos.


Com uma voz melodiosa e com um sotaque britânico forte [e gracioso] Kate, construiu um CD muito harmonioso que acabou sendo considerado pela critica um dos melhores discos de 2007. Neste mesmo ano a cantora Lily Alley já se consolidava no cenário musical.

Enquanto Kate era politicamente correta e se empenhava nos arranjos, Lilly é amante das polêmicas e dos Samples. Apesar dessa grande diferença Nash ficou famosa após ter sido colocada como “amiga” de Lily no MySpace

Neste segundo disco [que eu esperei bastante], já batizado de  “My Best Friend is You”, vai falar de seu relacionamento com o Guitarrista Ryan Jarman, mas sempre no seu estilo “sarcástico britânico”.

Gracinha Ruiva!

O disco tem data de estréia para o dia 12 de Abril, mas suas faixas já foram divulgadas:

01. You’ll Never Listen
02. Kiss That Girl
03. Don’t You Want To Share The Guilt?
04. I Just Love You More
05. Do Wah Doo
06. Higher Plane
07. I’ve Got A Secret
08. Oh Jay
09. Later On
10. Pickpocket
11. You Were So Far Away
12. I Hate Seagulls

Agora é só aguardar o lançamento e o faixa a faixa comentado aqui no Blog.

Passando o Domingo com uma Ruiva Francesa (Dica de Vinho)

“É preciso estar sempre embriagado. Para não sentirem o fardo incrível do tempo, que verga e inclina para a terra, é preciso que se embriaguem sem descanso. Com quê? Com vinho, poesia, ou virtude, a escolher. Mas embriaguem-se.” Charles Boudelaire


[Hj a noite eu entro no ar, no BLOG da charmosa Srta. D´Von {clique aqui} com um post sobre bebidas]


Domingo é dia de ser preguiçoso. Sim meus domingos são reservados para o Ócio, tenho meu ritual de Domingo. Acordar comprar pão na padaria [ou tomar café por lá], voltar pra casa e ler meu jornal estirado no sofá.

Depois de ler o Jornal, [que demora em média de duas horas] gosto de aproveitar o espírito do sofá e cochilar ali mesmo. Em geral sou acordado por fanáticos religiosos q não aprenderam a resguardar o domingo [como diz na bíblia] e batem na minha porta para propagar a fé.

Depois q eu acordo não consigo voltar a dormir, então sou obrigado a por meu ócio em prática [fico pensando na vida e criando teorias].

No domingo a casa é só minha [minha família sai pra se divertir no Banespa] graças a esse vazio eu tenho o costume de tocar Jazz [em geral Chet Baker] para a vizinhança.

Chet Baker

Então passo o tempo entre a banheira e o sofá até a fome chegar, ai está na hora de ir para a caça [moderna], está na hora de ir ao mercado.

Neste momento me veio na cabeça a idéia de comprar um vinho pra acompanhar um macarrão. Primeiro fui ao mercado [agora devidamente trajado de acordo com o pacto social] como estava com preguiça de ir até o Pão de Açúcar [melhor mercado para se comprar vinhos] comprei no seu concorrente mais famoso.

Este mercado não tem muita tradição em vinho, isso possibilita encontrar alguns achados. Como o vinho Frances “Bons Moments” [Minha Ruiva Francesa] que depois de uma intensa pesquisa e telefonemas para uma amiga do ramo, que me contou que esse vinho só veio parar aqui por conta do Ano da França no Brasil [Evento do ano passado].

Comprei a versão Cabernet Sauvingon [só tinha um e ainda tive q falar q o vinho era ruim pra moça q estava com ele na mão], tida “a melhor das uvas escuras”.

Voltei pra casa coloquei o vinho no gelo e fui em direção ao Shopping e comprar comida, não estava com vontade de ficar no meio da barulheira do Shopping [Sim, sou chato mesmo]. Passei no Spoleto, pedi uma massa simples com bastante champignon, Tomate Seco, Alcaparras e queijo gorgonzola.

Cheguei em casa tudo quente e cheirando magnificamente bem.

O vinho estava na temperatura certa entre 17 e 19 graus. Assim que vc abre o vinho, o ambiente é tomado por um aroma marcante e levemente amadeirado. Ao colocar o “sangue” na taça vemos sua cor escura, porém avermelhada.

Ao degustar seu sabor forte vem logo em seguida dando o prenúncio de que a tarde seria  a melhor parte do meu dia. As notas amadeiradas também estão no sabor do vinho, mas de maneira harmoniosa.

Agora vamos a dica: Se for tomar a dois, se assegure que a pessoa tem costume de consumir vinho. Caso não tenha, essa pode ser uma bola fora.


Apesar do vinho ser importado eu comprei por 25,00 Reais, minha amiga me disse que foi muita sorte, pq este vinho gira no mercado com valor de 45,00 a 70,00 Reais. A versão Branca [q eu comprei ontem e ainda não bebi] tem um valor mais baixo.

Aproveite a tarde acompanhado de uma Boa Ruiva Francesa.

Slasher Total, agora sem cortes (Halloween II)

Apesar das tentativas de Zombie, Scout Taylor-Compton é ainda o melhor motivo para ir ao cinema.

Ele voltou

Lançado em 2009 o segundo filme da nova saga de Mike Myers chega aos cinemas Brasileiros, sem cortes. Isso mesmo o filme Halloween de 2007, primeiro da franquia de Rob Zombie chegou por aqui com dois anos de atraso e ainda cheio de cortes. A distribuidora argumentou que queria lançar o filme com classificação 14 anos.

[Clique aqui e leia sobre o primeiro filme]

Pra não cometer o mesmo erro a distribuidora, trouxe o filme como veio da fabrica. A critica especializada em terror não gosta muito dos rumos que franquia dirigida por Rob Zombie tem tomado. E o filme tem sido massacrado em todos os países por onde passou. Eu não sou um fã de Zombie, mas vou pegar leve, não ganho nada atacando o metaleiro com pose de diretor.

Vamos nos ater aos fatos, para que o filme se propõe [sustos e entretenimento barato]. Ele faz bem, o filme é divertido pra quem gosta de terror e emocionante para quem gosta de levar sustos. Não tenho o que criticar isso.

Quando vc faz um remake, vc pode tomar duas vias. A primeira é a simples, releia o antigo roteiro e faça igual [porém não fique preso]. Segundo modo: releia o roteiro e faça algumas modificações de espaço e tempo [Internet, Celular e outros Gadges] só tome cuidado com a mão, não queremos ver nada muito futurista. [Por favor, não assista Jason X]

Zombie tomou o caminho mais simples, mas não soube soltar a mão do original e o pior de tudo colocou muito do seu mundo RedNeck Sulista nos personagens.

 

Vamos esquecer Zombie e falar do filme.

Elas trocou as amigas Patricinhas

O filme continua de onde o “Primeiro” parou, com Laurie [a bela e petit, Scout Taylor-Compton] andando pela rua deserta toda ensangüentada depois de lutar bravamente contra Mike Myers. Depois disso vemos o desfecho desta noite, com cenas grotescas em um hospital onde Laurie recebe socorro médico. Ai Myers aparece para estragar a paz, na melhor cena do filme. [Isso foi retirado do original]

Depois disso tudo está normal [nunca tudo está normal em um filme de terror], Laurie que era uma nerd anti-social, largou tudo e se tornou uma rocker revoltada amante de Alice Cooper e Charles Maison [Sim ela não tem medo de Maison o assassino, pq perto do irmão dela ele é fichinha].

Laurie trabalha em um sebo e tem amigas Rockers [nota não tenho nada contra Rockers] e mora com o xerife Leigh Brackett e com sua amiga q sobreviveu ao ataque do monstro Annie Brackett [interpretada por Danielle Harris que participou da franquia quando criança].Como se era esperado, Myers volta para o Halloween, em uma onda de ataques até chegar na cidade onde sua irmã está [como em todo filme Slasher].

Por amigas Rockers

O mais estranho que agora temos flashs da mãe de Myers com um cavalo branco, guiando o filho em sua jornada de fúria [Deu certo na primeira cena, mas no filme todo ficou chato]. Myers está mais violento e tem um link mental com a sua irmã Laurie.

Apesar dos erros, o filme tem um bom final, só que agora Rob Zombie está fora da franquia. O que vai acontecer com Myers nada é certo, alguns falam de um novo começo.

Laurie de Nerd a Bad Girl

Vamos aguardar até o próximo Halloween, quando Myers estará de volta em busca da sua irmã.

Cemitério Maldito ganhará remake

Estou cedendo espaço para a querida Priscila D´Von [depois de insistir 17 vezes para ela participar], escrever no Malditovivant. Ela que já tem um Blog, o famoso Café D´von [apesar de não saber preparar café] onde ela escreve sobre o mundo das celebridades. Aqui no meu Blog ela vai trazer as novidades do cinema [sempre que puder]. Pq aqui nesta casa ela é muito bem vinda.

Por Priscila D’ Von

Vinte e um anos depois, Cemitério Maldito, de Stephen King, vai novamente ganhar uma adaptação para o cinema. Mas desta vez o roteiro será de Matt Greenberg, o mesmo pelo filme 1408, outra obra de King.

Cemitério Maldito foi publicado em 1983 e, seis anos depois, o próprio escritor adaptou a história para o cinema. Um segundo filme foi lançado em 1992, mas sem sua participação.

King faz uma ponta no original de 1989

O livro conta a história de uma família que se muda para uma casa à beira de uma rodovia, onde muitos animais costumam ser atropelados. Tanto que as crianças da vizinhança criaram até um cemitério só para eles. Quando o filho do casal morre em um acidente de carro, a criança é enterrada no cemitério e ressuscita em forma demoníaca.

O longa-metragem original teve como trilha-sonora “Pet Sematary”, dos Ramones, banda da qual King é um grande fã.

A Paramount, responsável pela produção, ainda não anunciou quem será o diretor ou qual a previsão de lançamento do novo filme.

PET Sematary

Humberto depois de um tempo afastado volta a escrever no malditovivant, dessa vez trazendo uma novidade que nem saiu do forno ainda, o Novo Disco do Scorpion.


Por Humberto Domiciano

No começo do ano, o Scorpions anunciou que o novo álbum, “Sting in the Tail”, seria o derradeiro na vitoriosa carreira dos alemães. Desconfianças à parte, o que temos, em primeira mão, é uma banda soando quase como iniciante, trazendo o melhor dos últimos dois lançamentos, “Unbreakable” e “Humanity: Hour 1”, misturado com o principal dos anos 80, como “Love at First Sting” e “Crazy World”.

O veredicto deste humilde escriba é que este é um grande concorrente a melhor do ano. A banda soa como há muito não se via e se esta for mesmo uma despedida, o Scorpions deixará para trás o melhor dos legados.

Raised on Rock: Riff pesado e melódico. O encontro do Scorpions dos anos 80 com os anos 2000. Klaus Maine canta maravilhosamente e mostra isso mais uma vez. Som que deve ser obrigatório nos shows da derradeira (?) turnê. De alguma forma esse som lembra a clássica “Rock You Like a Hurricane” e suas quebradas matadoras. Um excelente início.

Sting in the Tail: Você leitor, diga, quantos álbuns tem na faixa título a mais fraca? É aqui que mora o principal problema do lançamento… Moderna demais, apesar do bom riff, a música se arrasta. O que salva no final das contas é bom solo de Mathias Jabs.

Slave Me: No início da resenha, alertei sobre o fato do encontro do Scorpions atual com os gloriosos anos 80. Pois aqui temos o melhor encontro. Quebradas, riff forte e bom refrão. O que o fã de hard rock pode esperar? A banda na sua melhor forma! Impossível não sentir vontade de balançar a cabeça com essa porrada.

The Good Die Young: Proto-balada… Começo lento, música querendo acelerar e bom riff. Refrão moderno, que ao mesmo tempo remete a coisas mais antigas… Deve estar presente nos shows da turnê de divulgação do novo trabalho.

No Limit: Hard rock vigoroso. Fazia tempo que o Scorpions não fazia algo assim. Refrão com a voz duplicada, bateria forte pontuando tudo. Como o hard rock deve ser, direto, pesado e reto. Se esta for mesmo a despedida dos alemães, mostram que pararam em um momento muito bom.

Rock Zone: Mais uma das modernas. Música razoável, não lembra nenhum clássico da banda e anima que descobre o grupo agora. Mais uma vez Mathias Jabs tira o jogo do empate, com um excelente solo.

Lorelei: Finalmente a primeira balada. Se não é das melhores, está longe de ser das piores. No entanto falta algo para está música. Talvez mais emoção ou um pouco de peso.

Turn You On: Uma que relembra clássicos. Som que embala, vai crescendo e vale a pena ser ouvida mais de uma vez. Destaque mais uma vez aos trabalhos de guitarra.

Sly: Se sentia falta de baladas, eis mais uma. Ao contrário da primeira, esta tem mais cara de Scorpions. Klaus emociona e mostra porque é influência para muitos vocalistas do hard rock, sem afetações mostra como deve ser um bom ‘romantic song’.

Spirit of Rock: Bom riff, vocal perfeito. Mais uma aula de como se deve fazer. Viva Scorpions!

The Best is Yet to Come: Semi-balada. Violões, clima tranquilo. Se for mesmo uma despedida, o que fica é muito bom. O bom gosto mais uma vez prevalece.

Velhotes em Boa Forma