Novo disco do She&Him [Volume 3]

Fofura no ar…

Seguindo a tendência de mostrar o disco aos pedaços, a banda She&Him lança seu disco [Full] para o mercado. A banda que começou em 2006, fruto da amizade de M.Ward com a Bela Zooey, só teve seu primeiro disco lançado dois anos depois. Logo de cara o disco foi um sucesso [mas ainda ao publico restrito], não havia nada parecido no mercado [até aquele momento].

A Dupla só estourou mesmo em 2009 quando a bela Zooey interpretou Summer em 500 dias com ela  [clique aqui e leia] e a banda fez um cover dos Smits com a canção “Please, Please, Please Let Me Get What I Want” .

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Nesse momento a figura de Zooey [ou sua personagem Summer] elevou à banda a condição de favorita dos Indies românticos, e Zooey sua musa maior. Em 2010 a banda lança seu segundo disco Volume 2, ele não chega a ter o mesmo sucesso do anterior, mas é bem acolhido pela crítica.

Logo em seguida a banda entrou em mais uma turnê, que durou todo aquele verão. Com shows lotados. No final de 2011 a banda surpreendeu ao resgatar a tradição dos discos de Natal, e lança A Very She & Him Christmas.

O disco foi tão bem recebido, que foi um dos mais comprados no Amazon.com, além disso, a banda entrou “no caminho da modernidade” e lançou seu disco com venda em MP3.

Dois anos depois a banda volta, seguindo o mesmo estilo musical que os fez famosos em 2009, Volume 3 tem 14 faixas [uma delas reprise], e mostra novamente uma boa sintonia entre a dupla. [Clique aqui para baixar]

01 – I’ve Got Your Number, Son
02 – Never Wanted Your Love
03 – Baby
04 – I Could’ve Been Your Girl
05 – Turn to White
06 – Somebody Sweet to Talk To
07 – Something’s Haunting You
08 – Together
09 – Hold Me, Thrill Me, Kiss Me
10 – Snow Queen
11 – Sunday Girl
12 – London
13 – Shadow of Love
14 – Reprise (I Could’ve Been Your Girl)

A banda já tem uma turnê programada, mas sem previsão para chegar na américa do sul, o mais legal que a banda está viajando com a Câmera Obscura, uma banda que tem um som muito parecido com o da dupla.

A Zooey!!!!!!!

A Zooey!!!!!!!

Só nos resta torcer por uma chance, o malditovivant volta na quarta…[Mesmo com Feriado!]

A melhor atuação de Matthew McConaughey [Killer Joe - Matador de Aluguel]

A volta de um ícone e o renascimento de um ator.

Na segunda passada, quebrei algumas convenções e fui ao cinema. Fazia tempo que eu não dedicava uma parte do meu tempo a tela grande. Meu melhor ano de cinema foi em 2010, eu vi um filme por semana. Voltar a velha forma é quase impossível, primeiro por conta do tempo, segundo a quantidade de filmes dublados triplicou. Eu não vou ao cinema pra ver filme dublado.

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Mas quero aqui falar de Killer Joe, uma das injustiças do Oscar. Killer Joe não foi nem citado no Oscar. Matthew McConaughey está fantástico como o assassino divertido e violento Joe, uma das suas melhores transformações. Não sei o que tem acontecido com o ator, mas ele largou aquela ideia de fazer filmes bobos com o mesmo final e investiu em bons filmes. Poder e a Lei foi um deles.

Killer Joe é dirigido pelo grande diretor William Friedkin [Se você não conhece este nome, pode parar tudo], pra quem não sabe ou não se lembra, ele dirigiu quatro clássicos: Operação França’ [1971], “O Exorcista” [1973], “Parceiros da Noite” [1980]e “Viver e Morrer em Los Angeles” [1985]. Se você não viu nenhum destes filmes, você precisa rever seus conceitos de filmes.

Film Review Killer Joe

Para este filme o diretor se apoia na peça escrita por Tracy Letts, que conta a história de uma família desajustada, onde Chris [mais uma boa atuação de Emile Hirsch] se vê em uma encruzilhada, quando sua mãe vende a sua cocaína e chefe do tráfico vem cobrar os três mil dólares. A única maneira de continuar vivo é matar a própria mãe e receber o valor do seguro. Chris conta com a ajuda do pai e com a madrasta [outra boa atuação de Gina Gershon], claro que cada um vai receber uma parte.

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Mas Chris não pode matar a própria mãe. Então ele contrata Killer Joe [Matthew McConaughey] um policial corrupto que tem seu preço, 25 mil dólares, porém Chris depende da morte da mãe para pagar Joe, para compensar a demora Joe pede a irmã mais nova de Chris, Dottie [Juno Temple, guarde esse nome] como calção.

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Então a história se torna uma comédia de erros, construída com os personagens mais grotescos que o cinema já viu. Chris tenta virar o guardião da virgindade da irmã, ao mesmo tempo que Joe se mostra o salvador do mundo doentio de Dottie. A cena final rodada na cozinha é memorável. Sem contar a bela fotografia das cenas de tempestade, que anuncia o caos que vem pela frente.

Killer Joe é forte [e muito melhor que qualquer filme do Tarantino], e vai na contramão dos filmes lançados por Hollywood nos dias de hoje, tanto que quase não chegou aos cinemas. Temos sorte de ter a chance de acompanhar Killer Joe na tela grande [ainda mais no Brasil].

Se puder vá ao cinema e veja Killer Joe.

O malditovivant volta na sexta.

Um bom elenco e a chance de ser um grande seriado [Bates Motel]

O que veio antes do grito?

Com chance de estrear no Brasil ainda no segundo semestre de 2013, o seriado Bates Motel, um “prequel” do clássico filme do diretor Alfred Hitchcock, Psicose[1960] vira uma das maiores apostas como para este ano. O seriado tem como enredo, os anos anteriores ao filme, mostrando a doentia relação entre mãe e filho, Norma Bates [vivida pela bela, Vera Farminga] e Norman Bates [Freddie Higmore].

Amor...psicose

Amor…psicose

O amor de Norma e a criação fechada e ciumenta, ajuda a moldar a personalidade doentia de Normam, que se torna  um assassino frio e cruel. O seriado não precisou de um episódio piloto para ser aprovada, uma das razões para isso é que o projeto já estava na gaveta há tempos, só esperando a hora certa. Apesar de ser totalmente baseado no filme de 1960, o seriado não tem uma ambientação histórica, os produtores fizeram questão de atualizar o filme para os dias de hoje, mas sem se mostrar muito atual também.

Por isso o seriado coincide com a estreia do filme Hitchcock, que é baseado no livro que conta os bastidores do filme Psicose [Alfred Hitchcock and the Making of Psycho]. Apesar de estar no auge da sua carreira, Hitchcock enfrentou uma crise no casamento e problemas para terminar o filme, já que o diretor exigia um alto grau de perfeição de sua atriz principal, Janet Leigh. Excesso que sempre foi uma das marcas da direção de Hitchcock.

Lá fora o seriado vai ao ar pelo canal A&E a partir do dia 18 de março, para o Brasil o seriado ainda não tem uma data definida, mas se especula que para o inicio do segundo Semestre de 2013.

Como ainda não temos o seriado, podemos aproveitar o filme Hitchcock que entra em cartaz, na primeira semana de Março.

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O malditovivant, volta na sexta com novidades.

A mudança da fotografia e da Moda nos selvagens anos 60 [Filme - We'll Take Manhattan]

 Moda, rebeldia, fotografia…

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We’ll Take Manhattan é um telefilme feito pela BBC e que está em cartaz no canal a cabo CINEMAX, que conta uma das histórias, que mudou os rumos do editorial da revista Vogue e a maneira que o jovem inglês [O nascimento do Swinging London] seria visto pelo mundo.

O foco do filme é o inverno de 1962, onde o então desconhecido fotógrafo David Bailey [vivido pelo desconhecido Aneurin Barnard] e sua musa Jean Shrimpton [com a belíssima Karen Gillan], foram mandados de Londres para N.Y para fotografar um editorial de moda, para mostrar os novos caminhos da Juventude Londrina.

Bailey foi um dos mais jovens fotógrafos a ser contratado pela Vogue. Seu temperamento forte contrastava com a atitude de suas fotos, mas ele só estaria completo ao formar a parceria com Jean, uma jovem criada no campo, que resolveu se tornar modelo. Bailey encontrou em Jean o que sempre procurou em outras modelos, traços suaves e belos, mas com uma personalidade forte.

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Toda essa criatividade e atitude, ainda não teria espaço fixo dentro da revista. Para manter tudo sobre controle a revista enviou para perto do casal a poderosa Diana Vreeland, que tenta a todo custo manter o padrão sóbrio da revista, mesmo que para isso seja necessário podar a criatividade do efervescente Bailey. 

Seu olhar diferenciado queria mudar a maneira como os editoriais de moda eram feitos, chega do mesmo ponto de vista, isso é mostrado várias vezes dentro do filme. Como na cena em que ele fotografa Jean por de trás da cerca do prédio das Nações Unidas, ou mesmo do outro lado da rua, com um muro com faixas de protesto em evidência.

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A BBC entrega um excelente material histórico da época em forma de telefilme, a produção se importou muito com as roupas e a ambientação de N.Y e ao recriar as icônicas fotos tiradas para aquele editorial de inverno. A escolha do elenco, não poderia ser mais acertada, a bela Karen Gillian [famosa por Dr.Who] ficou muito bem no papel de Jean, que alterna entre amiga e amante de David. E claro Frances Barber como a intransigente Diana Vreeland.

Então se você gosta de moda ou apenas de fotografia, esse filme é uma excelente escolha, procure We’ll Take Manhattan.

O malditovivant, volta na quarta com mais novidades.

Mostra “Louis Garrel, O Ator Fetiche do Cinema Francês”

Um excelente ator.

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Começou no final da semana passado a mostra “Louis Garrel, O Ator Fetiche do Cinema Francês”. Louis Garrel é “o novo” grande nome do cinema francês. Apesar de ter apenas 29 anos, já atuou em 21 filmes e passou na mão dos mais importantes diretores da sua época.

Apesar de ter feito sucesso somente em 2002 no filme Os Sonhadores [de Bernardo Bertolucci] antes já havia feito três filmes antes, dois deles dirigidos por seu pai, o famoso Philippe Garrel. Louis evoca a tradição e a linguagem do cinema Francês dos anos 60 [Nouvelle Vague], por isso o ator é tão cultuado na terra da marselhesa.

A mostra organizada pelo Centro Cultura Banco do Brasil [CCBB] exibe 17 filmes com o ator, entre eles três curtas “Mes Copains” [2008], “Petit Tailleur” [2010] e “La Règle de Trois” [2011].  Os curtas são dirigidos pelo próprio ator, mostrando mais uma faceta de sua criatividade, essa herdada pelo seu Pai.

Garrel e Lea em um clássico Professor e Aluna

Garrel e Lea em um clássico Professor e Aluna

Entre os filmes que o CCBB exibe vale destacar, A Bella Junie [um resgate ao movimento da Nouvelle Vague], um filme que funciona como uma enciclopédia dos relacionamentos e que também discute os rumos da juventude francesa. Além de Garrel, nesse filme também temos a acensão de Léa Seydoux [como a Junie]. Outro filme que também merece destaque é Não, Minha Filha, Você Não Irá Dançar. Drama que conta com a filha de Marcello Mastroianni a bela Chiara.

A programação

16/01 – quarta

15h: Este é meu Corpo (35mm | 87 min.)
17h: Escolhendo Amar (35mm | 60 min.)
19h: Meus Camarada 35mm – 26min / Aprendiz de Alfaiate (35mm | 44 min.)

17/01 – quinta

15h: Não, minha filha, você não irá dançar (35mm | 105 min.)
17h: Um Casamento à Três (35mm | 10 min.)
19h: Em Paris (35mm | 89 min.)

18/01 – sexta

15h: Minha Mãe (35mm | 108 min.)
17h: Um Verão Escaldante (35mm | 95 min.)
19h: Canções de Amor (35mm | 100 min.)

19/01 – sábado

15h: A Fronteira da Alvorada (35mm | 106 min.)
17h: Este é Meu Corpo (35mm | 87 min.)
19h: Atrizes (35mm | 107 min.)

20/01 – domingo

15h: Escolhendo Amar (35mm | 60 min.)
17h: Meus Camaradas (35mm | 26 min.) + Aprendiz de Alfaiate (35mm | 44 min.)
19h: Amantes Constantes (35mm | 178 min.)

23/01 – quarta

15h: Amores Imaginários (35mm | 96 min.)
17h: A Fronteira da Alvorada (DVD | 106 min.)
19h: Bem Amadas (35mm | 139 min.)

24/01 – quinta

15h: Escolhendo Amar (35mm | 60 min.)
17h: Um Verão Escaldante (35mm | 95 min.)
19h: Este é Meu Corpo (35mm | 87 min.)

25/01 – sexta

15h: Um Casamento à Três (35mm | 10 min.)
17h: A Bela Junie (35mm | 90 min.)
19h: Atrizes (35mm | 107 min.)

26/01 – sábado

15h: Minha Mãe (35mm | 108 min.)
17h: Canções de Amor (35mm | 100 min.)
19h: Os Sonhadores (DVD | 114 min.)

27/01 – domingo

15h: Não, minha filha, você não irá dançar (35mm | 105 min.)
17h: Meus Camaradas 35mm – 26min / Aprendiz de Alfaiate (35mm | 44 min.)
19h: Em Paris (35mm | 89 min.)

Quando: de 9 a 27 de janeiro
Onde: Centro Cultural Branco do Brasil de São Paulo (rua Álvares Penteado, 112, Centro)
Quanto: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)
Capacidade: 70 lugares, sujeito a lotação
Mais informações: (11) 3113-3651 / 3113-3652 ou http://www.bb.com.br/cultura

O Malditovivant volta na quarta com mais posts

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Um tributo francês a Marilyn Monroe [Ninguém Além de Você]

“Ela realmente criou algo. Foi a primeira pessoa anticonvencional que conheci. Era alguém dos anos 60, com pelo menos dez anos de antecipação.” Arthur Miller falando sobre sua terceira esposa Marilyn Monroe

Na edição do ano passado da Mostra Internacional de cinema, o filme francês, Ninguém Além de Você[original Poupoupidou], me chamou muita atenção pelas suas críticas e sua sinopse. Infelizmente o filme não chegou ao cinema convencional. Por sorte o canal a cabo Cinemax colocou o filme em sua programação.

Um encontro que nunca aconteceu

O filme é uma “Dramédia”, muito bem construída e com ares de originalidade. O filme conta a história de Rousseau [O excelente Jean-Paul Rouve] um escritor com um grande bloqueio criativo, que vai até o interior da França para receber uma herança, no meio do caminho ele cruza com a recém-falecida Candice Lecoeur, uma modelo de uma cidade pequena que tem uma trajetória artística igual a da famosa Marilyn Monroe. O escritor entra no imaginário da cidade e também se apaixona pelo glamour da modelo, e tenta a todo custo desvendar o mistério de sua morte.

Rousseau começa então a seguir os últimos passos da atriz e acaba encontrando seus diários e com ajuda de uma biografia da Marilyn original ele começa descobrir semelhanças e coincidências entre as duas.

Sophie como a Candice

O diretor Geráld Hustache-Mathieu, conseguiu brincar bem com seu roteiro, e a ideia da sua personagem principal [Candice] reviver a vida da Marilyn [em escala local é claro] da um tom cômico ao filme. A Marilyn francesa é a garota propaganda de uma marca de queijo, e tem um caso com o prefeito da cidade.

O diretor escalou bem o seu elenco a desconhecida Sophie Quinton está muito bem no papel da atormentada, mas carismática modelo [seu carisma chega a ser superior ao de Michelle Willians neste último filme da Marilyn], Jean-Paul Rouve vive com louvor o escritor em busca de redenção. Sem contar Guillaume Gouix, que faz o papel do policial homossexual que tem uma leve queda pelo escritor.

Outro acerto do diretor está na escolha da narração, por vezes Candice, faz o papel da narração dando a ideia de que estamos lendo o próximo livro de Rousseau, sem contar as belas paisagens da pequena cidade francesa, tomada pela neve.

Ninguém Além de você é uma boa pedida para quem busca um filme divertido, mas inteligente e ainda com uma leve dose de mistério.

Procure na programação do Cinemax.

O malditovivant volta na Segunda com muito mais…

Hemingway & Gellhorn novo Telefilme da HBO

“Não importa quão necessária ou justificável seja uma guerra, ela será sempre um crime.” Hemingway

Depois de chamar a atenção do publico na edição deste ano de Cannes, o telefilme da HBO Hemingway & Gellhorn, estreia neste sábado [27/10] na HBO. Diferente do Oscar, Cannes tem o costume de prestigiar os telefilmes, ainda mais um recheado de estrelas como essa nova produção da HBO. O telefilme conta sobre o caso de amor vivido entre Ernest Hemingway e Martha Gellhorn, eles se encontraram ao acaso em 1936, em um pequeno bar na Flórida, Hemingway ainda era casado com Pauline [segunda esposa].

Martha era correspondente de guerra [uma das mais famosas da época] a atração de Hemingway foi imediata, aquele  seria o primeiro de vários outros encontros, meses depois o acaso os uniria na Espanha em plena guerra civil. Isso seria o ponto chave para o inicio de um dos romances mais famosos da literatura. Martha Gellhorn inspirou Hemingway a escrever o seu livro mais famoso “Por Quem os Sinos Dobram” [1940].

A direção é do famoso Philip Kauffman, que foi esquecido pelos grandes estúdios de Hollywood, mas está tendo chance de voltar a direção graças as HBO. Para os papéis principais temos Nicole Kidman como Martha e Clive Owen como Hemingway, Nicole mostra uma atuação segura e vibrante, já Owen derrapa um pouco com seu sotaque e não convence muito vivendo “O Mito Hemingway”.

Não temos só os dois grandes atores, todo o elenco de apoio é figuração é grandioso: o genial Robert Duvall [como general russo], Parker Posey [com ex-Mrs Hemingway], David Strathairn [como o escritor John Dos Passos], Molly Parker [outra Mrs Hemingway]. Além de Rodrigo Santoro que faz o papel de Paco [amigo de garrafa de Hemingway] e  Lars Ulrich baterista do Metallica no papel de John Inves, um documentarista Holandes.

O Filme estreia na faixa das 22 horas nesse Sábado no canal HBO.

Malditovivant, volta na sexta com mais.

Elizabeth Taylor hoje no TCM

Como prometido, hoje faço o post com a programação do canal TCM, o especial começa hoje as 14horas e termina na madrugada da Segunda as 2 horas.

 

Sábado 14horas

A FORÇA DO CORAÇÃO [1943]

DIREÇÃO:Fred M. Wilcox

ELENCO: Donald Crisp, Elizabeth Taylor, Roddy Mcdowal

SINOPSE: O romance conta a história de Lassie, uma cadela collie de cinco anos que vivia com seu dono, o menino Joe Carraclough, na cidade inglesa de Greenall Bridge, no condado de Yorkshire. Mediante o desemprego, devido ao fechamento da mina onde a maioria dos moradores da cidade trabalhava, Sam Carraclough, o pai de Joe, vendeu Lassie por se encontrar em dificuldades financeiras. Lassie foi comprada pelo Duque de Rudling, um nobre velho e rabugento, e sua neta Priscila [Elizabeth Taylor].

 

Sábado 15:35

“IVANHOÉ, O VINGADOR DO REI” [1952]

DIREÇÃO: Richard Thorpe

ELENCO :Elizabeth Taylor, George Sanders, Joan Fontaine, Robert Taylor

SINOPSE: Os normandos, aliados do Príncipe John, estão em guerra com os saxões, ligados ao Rei Ricardo Coração-de-Leão [Norman Wooland] e Ivanhoé [Robert Taylor]. O herói dos saxões está tentando obter dinheiro para resgatar o Rei Ricardo, que foi aprisionado na Áustria quando retornava das Cruzadas, e assim promover o retorno do Rei Ricardo ao trono. Ivanhoé também está envolvido com duas belas mulheres, uma é judia e tem de lutar contra o anti-semitismo, que alguns nobres pregoam.

 

Sábado 17:30

“CLEOPATRA” [1963]

DIREÇÃO: Joseph L. Mankiewicz

ELENCO: Elizabeth Taylor, Pamela Brown, Rex Harrison, Richard Burton

SINOPSE: Elizabeth Taylor, Richard Burton, Rex Harrison e o cineasta Joseph Mankiewicz dão vida a este épico apaixonante de poder e traição que é a história da Rainha do Nilo e de suas conquistas de Julio Cesar e Marco Antonio. Um dos filmes mais caros da história e um dos maiores fracassos, ‘Cleópatra’ não deixa de ser uma produção espetacular.

 

Sábado 22horas

“QUEM TEM MEDO DE VIRGINIA WOOLF?” [1966]

DIREÇÃO: Mike Nichols

ELENCO: Elizabeth Taylor, George Segal, Richard Burton, Sandy Dennis

SINOPSE: Um filme revolucionário para a sua época, pela linguagem ousada e conotação sexual, “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?” traz Elizabeth Taylor e Richard Burton no papel do casal de meia-idade George e Martha. Os dois estão longe de ser um modelo de relacionamento, sabem muito bem como provocar um ao outro e, com certa frequência, se pegam em discussões e chantagens. Certa noite, recebem para alguns drinques o jovem casal Nick [George Segal] e Honey [Sandy Dennis], o qual envolvem em um jogo, no início divertido, mas depois transformado em uma sessão de agressões e revelações, talvez uma prévia do que a relação dos dois jovens pudesse vir a se transformar.

 

Domingo 14horas

“A MOCIDADE É ASSIM MESMO” [1944]

DIREÇÃO: Clarence Brown

ELENCO: Anne Revere, Donald Crisp, Elizabeth Taylor, Mickey Rooney

SINOPSE: Neste eterno clássico infantil baseado na novela homônima de Enid Bagnold, Elizabeth Taylor realizou seu primeiro papel principal com apenas 11 anos. Sua interpretação da jovem jockey Velvet Brown a converteu em uma verdadeira estrela, ainda que só voltasse às telas dois anos depois, em ‘A Coragem de Lassie’. Dirigida por Clarence Brown, ‘A Mocidade é Assim’ retrata a relação de Velvet e Mike Taylor [Mickey Rooney], um ex-jockey cabeça dura inglês amargado por ter sofrido um sério acidente. A família da jovem recebe a Mike em sua casa de campo. Ali os jovens começam a construir um vínculo fortalecido pelo amor mútuo pelos equinos. Quando Velvet ganha um cavalo numa rifa, Mike [incapacitado para montar] ajuda a jovem a treinar o animal e vestir-se como jockey para correr o Grande Nacional, a corrida mais importante da Inglaterra.

 

Domingo 16:10

“O PAI DA NOIVA” [1960]

DIREÇÃO: Vincente Minnelli

ELENCO: Billie Burke, Don Taylor, Elizabeth Taylor, Joan Bennett, Spencer Tracy

SINOPSE: Stanley T. Banks é um advogado de classe media cuja única filha anuncia seu iminente casamento. Os preparativos do casamento são o motivo dos múltiplos enredos que sofrem os protagonistas desta sofisticada comédia dirigida por Vincente Minnelli. A partir do anúncio, tudo na vida de Stanley – interpretado por Spencer Tracy, quem recebeu uma indicação ao Oscar pela sua atuação -, torna-se de pernas para o ar. Sua esposa Ellie [Joan Bennett] deseja que a noiva [Elizabeth Taylor] tenha o casamento formal que ela não pode ter.

 

Domingo 17:50

“QUATRO DESTINOS” [1949]

DIREÇÃO: Mervyn Leroy

ELENCO: Elizabeth Taylor, Janet Leigh, June Allyson, Peter Lawford, Margaret O’Brien

SINOPSE: Nesta popular versão da novela clássica de Louisa May Alcott, a MGM reuniu todas as suas estrelas para protagonizar a conhecida história de quatro irmãs em pleno despertar emocional. Beth [Margaret O'Brien] é uma introvertida amante da música, Jo [June Allyson] é rebelde e quer ser escritora, Amy [Elizabeth Taylor] é a superficial e petulante, e Meg [Janet Leight], a mais velha, é a mais romântica das quatro. As irmãs moram no estado de Nova Inglaterra durante a Guerra Civil, junto com sua mãe Marmee March [Mary Astor], enquanto o pai luta no conflito bélico.

 

Domingo 20horas

“DISQUE BUTTERFIELD 8″ [1960]

DIREÇÃO:Daniel Mann

ELENCO: Dina Merrill, Eddie Fisher, Elizabeth Taylor, Mildred Dunnock, Lawrence Harvey

SINOPSE: Por sua atuação neste drama romântico, Elizabeth Taylor ganhou o Oscar® de melhor atriz, após outras quatro indicações frustradas. Baseado na novela de John O’Hara, ‘Disque Butterfield 8′ relata a história de Gloria Wandrous, uma charmosa prostituta de Nova York que leva consigo um passado perturbador e se apaixona por um homem milionário e casado. Até então, Gloria só confiava em Steve Carpenter [Eddie Fisher], um velho amigo com o qual mantinha uma relação próxima, mas platônica, mesmo que a namorada dele acreditasse no contrário. Quando conhece Weston Liggett [Laurence Harvey], um advogado rico, frio e casado, Gloria começa a questionar suas relações furtivas com os homens. Ambos descobrem que estão desesperadamente inseguros e que levam uma vida infeliz.

 

Domingo 22horas

“GATA EM TETO DE ZINCO QUENTE” [1958]

DIREÇÃO: Richard Brooks

ELENCO: Burl Ives, Elizabeth Taylor, Jack Carson, Judith Anderson, Paul Newman

Sinopse: Elizabeth Taylor e Paul Newman protagonizam esta adaptação cinematográfica de 1958 do genial drama escrito por Tennessee Williams. A história centra-se em uma família atormentada e na disputa de uma herança milionária. Um dos herdeiros, Gooper Pollitt [interpretado por Jack Carson], tem vários filhos e espera a herança ansiosamente. O outro herdeiro, Brick [Newman], é um ex-jogador de futebol que caiu no alcoolismo desde o suicídio de seu “melhor amigo”, um ano antes. Brick também ressente-se com a esposa, Maggie [Taylor], por acreditar que ela teve um affaire com seu amigo falecido, e se nega a dormir com ela. Por sua excelente interpretação, Newman obteve sua primeira indicação ao Oscar®. Elizabeth Taylor brilhou como Maggie, uma mulher apaixonada e compreensiva.

 

Segunda Meia noite  [Filme impressionante]

“DE REPENTE, NO ÚLTIMO VERÃO” [1959]

DIREÇÃO: Joseph L. Mankiewicz

ELENCO: Albert Dekker, Elizabeth Taylor, Katharine Hepburn, Mercedes Mccambridge, Montgomery Clift

SINOPSE: Dr. Cukrowicz (Montgomery Clift) é um cirurgião que realiza lobotomias em um hospital de segunda. A instituição precisa de ajuda financeira, algo que pode ser resolvido com uma doação da milionária excêntrica Mrs. Venable (Katherine Hepburn). Mas há uma condição: Venable quer que seja feita uma lobotomia em sua sobrinha problemática, Catherine, que, segundo Cukrowicz, não tem nenhum problema mental. ‘De Repente, no Último Verão’ – como outros grandes clássicos dos anos 50 – foi baseado em uma peça teatral de Tennessee Williams, autor de Uma Rua Chamada Pecado. Williams, como é comum em suas obras, desafia a sensibilidade e a censura da década de 50 com perversas temáticas sexuais – neste caso envolvendo homossexualidade e canibalismo. Dirigido por Joseph L. Mankiewickz, que sempre demonstrou grande habilidade para imprimir ritmo a roteiros centrados no diálogo ‘A Malvada’ e ‘A Condessa Descalça’, o filme destaca-se também pela atuação soberba de Montgomery Clift.

 

Voltamos no domingo com mais uma foto da semana…

Elizabeth Taylor a estrela maior

Uma estrela como a dela, nunca se apaga.

 

Uma beleza única

Hoje faz exatamente um ano que a bela atriz Elisabeth Taylor “se foi”, um dos rostos mais belos de toda a história do cinema [arrisco a dizer o mais Belo], Elisabeth começou a trabalhar no showbizz muito nova, seu primeiro papel foi aos 11 anos de idade, em um filme sobre a cadelinha Lassie. Quando seus belos olhos de cor azul-violeta entraram em cena, o mundo parou para ver e assim a bela Liz, marcaria o cinema como a maior diva de todos os tempos.

Sua beleza e sua personalidade marcante abririam as portas do mundo para a atriz, Liz era uma compulsiva colecionadora de jóias, era muito vaidosa, adorava o brilho de brincos, colares, anéis e pulseiras, além de amar maquiagens, sapatos de grife, bolsas da moda e vestidos caros, mas mesmo sem tudo isso, em trajes simples e sem pintura, ainda assim era considerada de uma beleza muito rara [o que não acontece nos dias de hoje]. Os críticos da moda consideravam sua simetria de rosto e corpo ideais.

Butterfield 8

Qualquer filme que estrelava era garantia de sucesso, mas como nem tudo é perfeito, sua vida sentimental nunca foi as mil maravilhas, em toda a sua vida acabou se casando oito vezes [sendo que duas vezes com Richard Burton], foi com ele que ela fez o meu filme favorito: Quem tem medo de Virgina Woolf? [infelizmente meu DVD foi furtado por uma amiga] onde um casal mais velho [Liz e Richard] conhecem um casal mais novo e os quatro passam a discutir a vida a dois.

Quem tem medo de Virginia Woolf?

“Quem tem medo de Virginia Woolf?” é marcada pelos diálogos ácidos e por uma Elisabeth Taylor diferente, para o papel a atriz ganhou peso, mas mesmo assim não perdeu a sua beleza, por conta da transformação a atriz recebeu o seu segundo Oscar da carreira. O primeiro veio seis anos antes com Disque Butterfield 8, onde interpreta uma Callgirl, depois do seu primeiro Oscar a atriz se tornou a mais bem paga da indústria.

Liz também se destacou por ser uma pessoa sincera, não tinha medo de ter amigos homossexuais, foi amiga de Rock Hudson [muitas pessoas abandonaram o ator ao saber de seu segredo], com quem contracenou em “Assim Caminha a Humanidade”, após a morte de seu amigo, Liz ajudou a levantar dinheiro para campanha de conscientização sobre os perigos da AIDS, entre outras ações filantrópicas.

Elisabeth Taylor teve uma vida cheia de glórias, e representa o que existiu de melhor na indústria de cinema, seus olhos e suas boas atuações nunca serão esquecidas e nem seu estilo de vida. Elisabeth Taylor é uma estrela que faz falta ao cinema.

Para quem não conhece a atriz, amanhã o TCM fará um Especial com a apresentação de seus principais filmes, amanhã farei um post extra com a sinopse e o horário de todos os filmes.

 Até amanhã…

Vamos Beber? Amanhã é dia de São Patrício

Beber…Beber…Conversar…ah como eu adoro o Saint Patrick Day!

 

Dia 17 [Mais conhecido como amanhã] comemoramos o Saint Patrick, uma festa que homenageia um santo irlandês [Viva!]. Que foi responsável por expulsar as cobras que invadiram a ilha. Depois disso o dia 17 de Março nunca mais foi o mesmo. No ano de 1903 o parlamento Irlandês criou uma lei que obrigava os Pubs a ficarem abertos no dia 17 e 18 de Março [Mais um Viva!].

Eu vou tomar uma em Homenagem a São Patrício

E em 1931 começou a Parada de São Patrício, que nasceu dos países baixos para invadir todo o mundo. Aqui no Brasil começamos a comemorar em 2000 [Outro Viva!], e hoje em dia a data já está presente no calendário de todos os Brasileiros amantes de Cerveja [falo de cerveja de verdade].

Todo mundo de verde

Para comemorar o Saint Patrick vc só precisa de uma caneca de cerveja na mão [ou os mais elegantes com um Pint], e entre as vestimentas, alguma peça na cor verde, para encarnar o espírito do bom irlandês.

Aqui na cidade onde estou o pessoal nem sabe o que é Saint Patrick muito menos o que é cerveja boa. Então estou fora das comemorações, mas amanhã vou tomar uma Guinnes [que comprei na minha última ida a São Paulo] e tomar uma dose de Jameson!

Então procure um PUB e se divirta…E que São Patrício te proteja de todo o mal