Retrospectiva Malditovivant [Livros]

Com o tempo me tornei um apaixonado por escrever resenhas de livros, mas estou meio preguiçoso, tenho cinco resenhas ainda pra escrever, quero colocar uma a cada quinzena. Philip Roth é meu escritor [vivo] favorito, gosto muito dos seus personagens e da sua escrita. Apesar de gostar tanto dele, não consegui até hoje escrever a resenha do seu livro Homem Comum.

Hoje é o último post de retrospectiva, sexta o blog volta com um post novo e com algumas novidades.

 

A Outra Volta do Parafuso [Muito mais que fantasmas]

Um livro gostoso de ler, você consegue ler ele facilmente em dois dias, apesar do livro ser cheio de referências ao modo Vitoriano, o mais legal que ao final do livro, existe um “pequeno debate” sobre algumas passagens, em especial para o seu final ambíguo.

 

Talento ou pura sorte ? [A Humilhação]

Um livro forte que mostra os caminhos da fama e da queda. Essa queda nos tornamos vuneráveis, principalmente nos relacionamentos. Deixando a imagem de dominadores para dominados em um piscar de olhos.

Minha releitura de fim de ano [Émilie Zola - A Morte de Olivier Bécaille]

Zola foi um dos melhores escritores francês de todos os tempos, sua maior obra foi O Germinal, nesse pequeno pocket que carrego a um bom tempo Zola se mostra mais versátil ainda a criar três pequenos contos sobre a natureza humana, um dos meus livros favoritos da minha biblioteca.

Minha primeira leitura do Ano [O Grande Gatsby]

Uma mera jogada do destino me fez encontrar esse livro, o destino também aproximou Nick e jay. Um livro que retrata fielmente a maneira de agir de uma geração que nunca voltou da guerra. O Grade Gatsby é um livro que deve ser lido.

Com um suspiro ele volta a viver [O livro – A Trégua – Mário Benedetti]

Um romance que me surpreendeu e se tornou parte da minha, não preciso falar muito o livro fala por ele mesmo.

O Blog volta na sexta com novidade…até mais…

 

Retrospectiva Malditovivant [Filmes]

O Blog que nasceu para falar de tennis e depois logo em seguida mudou para o que temos hoje, tem como seu carro chefe o CINEMA, pra quem me conhece sou um frequentador assíduo das salas de cinema, gosto de ir tranquilo no meio da semana, na terça ou mesmo na segunda. Gosto de cinema vazio, sem gente chata falando besteira. Hoje tomei gosto de ir acompanhado ao cinema, quando você acha o travesseiro certo, tudo fica mais simples.

Vou colocar o link dos melhores posts que fiz sobre filmes, só clicar no nome abaixo da foto.

Kate Winslet e Di Caprio…um bom casal

Um retrato das armadilhas da vida comum [Foi Apenas um Sonho]

Um filme que descobri ao acaso, uma das melhores atuações de Leonardo Di Caprio e claro Kate Winslet, uma das melhores atrizes britânicas que já existiu, esse filme também ataca os críticos que disseram que os dois não sobreviveriam ao Sucesso de Titanic.

Um Pai vivendo em um mundo sem amanhã

Uma jornada por um mundo devastado [A Estrada o filme]

Um filme duro, triste, uma jornada sem futuro. Um Pai e um filho tem que cruzar o mundo em busca de mais um dia de vida, só que a pureza do mundo não existe mais. Adaptação direta do livro de Cormac McCarthy.

Nicholson em uma atuação virtuosa

O filme que elevou Jack Nicholson a condição de Estrela [Cada um vive como quer]

Cheguei a esse filme por mero acaso pesquisando na filmografia de Jack Nicholson, eu já tinha visto Easy Rider, um filme anterior a esse é legal quando se pode ver a evolução de um ator como Nicholson.

DI Caprio volta com Scorsese

Especial Ciclo do Cinema Noir [Ilha do Medo]

Uma parceria que começou em O aviador e vem se estendendo, Scorsese lapidou Di Caprio e ajudou o ator a fazer seu nome, essa é mais uma prova de boa atuação em um misterio com clima Noir.

Fassbender um grande ator

Fassbender faz um homem preso pelo seu vício em Shame.

Uma trilha sonôra perfeita, uma fotografia bem planejada, uma atuação primorosa. Fassabender tinha tudo para levar o Oscar por Shame, mas a academia é elitista e conservadora. Assista Shame sem preconceitos.

Um filme pra se ver a dois

Um crime, dois amantes, Paris e tudo ao som de Miles Davis [O Ascensor para o Cadafalso]

Dois amantes e uma chance de uma nova vida, um crime e um erro de percurso, chuva em Paris e Miles Davis com sua melodia, um filme para ser visto a dois. Uma sorte conseguir ver esse filme no cinema.

O Malditovivant volta na quarta…

Especial Bang Bang [Top Tape filmes de Western]

A saga do velho oeste continua aqui e como aquecimento para o filme Bravura Indômita, que entra em cartaz no final do mês eu separei alguns filmes para vc entrar no clima.

 

5º Sete Homens e um Destino [Magnificent Seven]

Sinopse: Em um vilarejo mexicano, os habitantes sofrem constantes ataques de um bando de pistoleiros liderados pelo temido Calvera (Eli Wallach). Cansados de serem saqueados, alguns moradores locais que não têm armas e muito menos temperamento violento viajam até a fronteira, onde encontram Chris (Yul Brynner) e Vin (Steve McQueen), dois pistoleiros desempregados que estão dispostos, não pelo dinheiro mas pela aventura, a reunir mais cinco outros foras-da-lei, que concordam por motivos diversos, a defendê-los de Calvera. A vitória parecia assegurada, mas Calvera não desiste facilmente e volta ao povoado, obrigando Chris e seus companheiros a lutarem até a morte para salvar os habitantes da pequena cidade.

Pq está na lista

  • Dos 7 atores escolhidos  para viverem os pistoleiros no filme, 5 deles conseguiram se tornar grandes estrelas de Hollywood.
  • O diretor Jonh Sturges, conseguiu adaptar um clássico do cinema Japonês, Os Cinco Samurais, para o contexto do Velho Oeste.
  • A cena inicial do filme mostra o que esperar deste clássico do Velho oeste.

 

4º Pacto de Justiça

Sinopse:Denton Baxter (Michael Gambon) é um poderoso vaqueiro do Oeste americano, que ameaça todos aqueles que podem tirar seu poder na cidade em que vive. Cansados desta situação, Charley Waite (Kevin Costner), Boss Spearman (Robert Duvall), Button (Diego Luna) e Mose Harrison (Abraham Benrubi) decidem enfrentá-lo. Porém em meio à batalha Charley acaba conhecendo Sue Barlow (Annette Bening), uma mulher que conquista seu coração.

Pq está na lista

  • A amizade de Charley e Boss [mostrando uma química excelente entre Costner e Robert Duval]
  • Usar a temática da vingança de uma maneira diferente, pq apesar de tudo Boss tenta evitar a todo custo o derramamento de sangue.
  • O Dilema do herói, Charley sabe o peso de estar com as mãos sujas, mas tenta se afastar de seu passado como pistoleiro, mas se ve no dilema ao ter seus amigos assassinados. Ai ele se pergunta: Se deve realmente ser um homem diferente.

 

3º Por uns dólares a mais

Sinopse: Manco (Clint Eastwood) é um astuto caçador de recompensas, que perambula pelas cidades do velho oeste americano em busca de um novo alvo. Ele o encontra quando vê o cartaz de procurado de Índio (Gian Maria Volonté), um perigoso bandido que também está sendo procurado pelo coronel Douglas Mortimer (Lee Van Cleef), outro caçador de recompensas. Os dois partem no encalço de Índio, mas sem conseguir capturar o bandido nem eliminar o rival, eles precisam decidir entre unir forças ou serem eliminados pela gangue de Índio.


Pq está na lista

  • Segundo e melhor filme da trilogia dos dólares que fez popular o gênero Spaguetti Western
  • Clint Eastwood faz sua melhor atuação como o pistoleiro sem nome
  • Um dos tiroteios mais bem feitos, que se tornou marca do diretor Sergio Leone

 

2º Wyatt Earp

Sinopse:  Wyatt vai para Dodge City, ganhando um salário extra por cada prisão que efetuar. Nesta cidade Wyatt mata o primeiro homem, num tiroteio testemunhado por Josie Marcus, uma atriz de teatro. Wyatt se envolve com a prostituta Mattie Blaylock. Os Mastersons começam a ajudá-lo no trabalho policial. Wyatt se encontra com o pistoleiro e jogador Doc Holliday, em Fort Griffin (Texas). Ambos começam uma grande amizade. Wyatt e seus irmãos Morgan e Virgil começam a enfrentar os cowboys. Virgil se torna o delegado da cidade logo após o assassinato do xerife Fred White. O conflito com os bandoleiros tem seu auge no tiroteio de Curral OK.


Pq está na lista

  • A melhor cinebiografia do real herói do Oeste Wyatt Earp.
  • O tiroteio do “Ok Curral” é um clássico da cultura do velho oeste.
  • Doc Holliday um dos personagens mais controversos e carismáticos do velho oeste.

 

1º High Noon

Sinopse: Will Kane, o delegado de Hadleyville, se casou com a quaker Amy e se prepara para mudar da cidade. Mas durante os preparativos da mudança, é ouvido na cidade que Frank Miller, saiu da prisão e chegará no trem do meio-dia para se vingar. Kane e sua esposa deixam a cidade, mas logo ele resolve voltar, perturbado pela sua consciência. Kane espera que seus amigos e moradores o ajudem contra a gangue de quatro homens. Mas para sua surpresa, ninguém quer se envolver na rixa. Até mesmo seu melhor amigo e auxiliar. Sua esposa ameaça ir embora sem ele.  Enquanto Kane tenta ajuda desesperadamente, o tempo vai passando… {o filme se desenrola em tempo real, com a edição colocando vários relógios que marcam a passagem do tempo, intercalados com as cenas de tensão].

Pq está na lista

  • É o primeiro Western Psicológico, onde a ação só acontece no final do filme.
  • Gary Cooper como o xerife traído, o ator consegue colocar a quantia certa de drama neste filme.
  • Um final totalmente inesperado.

Aqui são alguns filmes, agora corra para a locadora e procure os clássicos do Bang Bang.

 

 

Trilha sonora do Terror

Cada Quinta do mês, um post diferente retratado o clima sombrio das noites escuras de Outubro.

 

Pra começar o especial do terror, vamos falar de música. Antes do Black Sabbath tudo era diferente, as músicas pregavam a alegria, ao amor livre e ao Yeah Yeah [dos Beatles], poucos ousavam falar de assuntos funestos.

Então apareceu o Black Sabbath, esses jovens ingleses inventarão o gênero do terror na música, e para celebrar isso a banda lançou uma caixa especial com os 9 discos gravados pelo Ozzy.

- “Black Sabbath” (1970)
- “Paranoid” (1970)
- “Master Of Reality” (1971)
- “Black Sabbatg Vol. 4″ (1972)
- “Sabbath Bloody Sabbath” (1973)
- “Sabotage” (1975)
- “Technical Ecstasy” (1976)
- “Never Say Die!” (1978)
- “We Sold Our Soul for Rock ‘n’ Roll” (1975)

Caixa Especial

Agora vamos relembra um faixa a faixa do Primeiro Disco da Banda, que tem o total clima de uma noite de terror. A carga macabra começa na capa, onde uma foto de uma mulher em um terreno baldio da cidade de Birmingham estampava o peso da bolacha que estava sendo lançada.

Black Sabbath - Sinos, guitarra distorcida, baixo pontuando tudo e vocais macabros de Ozzy. Se o heavy-metal fosse um ser humano, esse seria seu parto. Um nascimento diabólico, assustador e pesado. A música vai crescendo e com ela o seu peso. Tudo termina em um excelente solo do sr. Iommi.

The Wizard A temática medieval faz parte de toda a história do metal. Aqui, o Sabbath explora isso de uma maneira bem interessante. O som começa com uma gaita e passa a ser acompanhada pelo peso característico da banda. “Misty mourning, clouds in the sky…”, canta Ozzy e mais um clássico. Essa música ficou bastante tempo fora dos set-lists do Sabbath e só voltou em 1994, na turnê do “Cross Purposes”.

Behind the Wall of Sleep – Outro grande som. Riff matador, vocal impecável e pela primeira voz aparece a bateria de Bill Ward. Essa música também ficou fora dos shows da banda por um longo período, até aparecer de maneira magistral no “Reunion”.

N.I.BRiff de baixo permeado por outro riff de guitarra e temos mais um clássico. A letra conta a história do diabo que se apaixonou por uma dama. “My name is Lúcifer, please take my hand coroa a grande performance dos garotos de Birmingham. Uma curiosidade sobre o som é o significado da sigla N.I.B. Segundo o baixista Geezer Butler, que escreveu a letra, não há uma razão especial para o nome. No entanto, diversos estudiosos do Sabbath, afirmam que as letras significariam ‘Nativity in Black’.

Evil WomanAqui as coisas ficam um pouco mais leves. A regravação de um som da obscura banda Crow conta a história de uma mulher, digamos do mal, que atrapalha a vida de um sujeito. Mais uma vez o Sabbath trataria do tema amor e não faz feio.

Sleeping Village – Quase instrumental, a música tem uma atmosfera celta no seu início, depois parte para um riff legal, bom solo de baixo e bateria marcante. De longe a mais obscura do disco.

The Warning – Outra regravação do álbum, a música foi lançada originalmente pelo veterano baterista Aysnley Dunbar (Frank Zappa, Whitesnake, Journey e uma porrada de bandas). Aqui temos outro caso de amor mal resolvido e essa é viagem mais longa do disco.

Wicked World – Para fechar a destruição, uma outra porrada. O riff tem um que de Zeppelin e a letra faz uma crítica ao mundo hippie da época. A sujeira e a merda de vida que os quatro levavam na industrial Birmingham com certeza influenciaram a composição, outra boa música, que também desapareceu dos sets da banda até hoje.


[Na próxima quinta uma batalha de Titãs Jason Contra Mike Mayer aguarde]

 

 

Quase Perdi o meu Aniversário (2 Anos de Blog)

“Um dia você aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.” Willian Shakespeare

[Hj a Nota seria sobre o Filme WallStreet o Dinheiro nunca dorme, mas como hj é o dia do Blog mudamos WallStreet para amanhã e a Trilogia do Amor  para Sexta].

Tudo começou com uma tarde chuvosa e tediosa de Setembro, de inicio eu não acreditei que chegaria a 100 Notas publicadas hj já temos 647. Com mais de 2.000 comentários aprovados [esse número é baixo], e uma bela marca de 3.500 acessos por dia.

Quem sabe ano q vem temos uma festa com uma ruiva saindo do bolo.

Pra mim isso é uma grande vitória, já que eu não esperava chegar até aqui. O número de comparsas Cresceu, de inicio eu só tinha 2 agora tenho 13, sem contar outros Blogs que sempre participam.

Sem falar de número devo agradecer também a quantidade de pessoas legais que entraram na minha vida, que conversam comigo em seus horários de almoço via MSN ou mesmo as que usam as brechas do serviço só pra dizer um “Oi!”. Espero que esse número de pessoas cresça, pq no final isso que importa.

Do último aniversário para cá, novas coisas foram incluídas, o post A Semana entrou no ar, trazendo pensamentos e imagens para decorar o blog. E o mais novo 5 Razões Para… onde eu elenco cinco motivos, bons ou ruins para se fazer ou ter alguma coisa.

[Eu mudei bastante...e o Blog vem seguindo esse meu movimento, onde vamos chegar]

Estou com uma nova empreitada agora, “O Projeto Dédalos“, pensei que seria uma coisa mais fácil de se fazer, mas me enganei, estou com o prazo estourado, mas espero colocar no ar, uma semana após o Feriado.

E como disse Chaplin:“A persistência é o caminho do êxito.”

Espero comemorar o 3º aniversário do Blog e espero que vcs estejam comigo.

Agora vou relembrar meus posts favoritos.

Haroldo Dança de Felicidade!

Seriados [Clique aqui]

Musica [Clique aqui]

Novidades de Livro [Clique aqui]

Livro Favorito [Clique aqui]

Lugar favorito para o Fim de Tarde [Clique aqui]

Sonho de Consumo [Clique aqui]

Melhor filme que eu já vi {Clique aqui]

Comentando sobre Arte [Clique aqui]

Melhor Filme Alugado [Clique Aqui]

Ouvindo no Ipod (Trilogia do Amor – Fase Vermelha) #7

“O amor é fogo que arde sem se ver” Luíz Vaz de Camões.

No último Ipod Burn vc brindou a descoberta do amor na fase rosa, agora na fase vermelha, vc começa a descobrir as mazelas desse feitiço que faz vc perder a razão. Deixa de ser a pessoa que sempre foi para se tornar um escravo da paixão ou pior, um Vampiro, excluíndo a vontade e sugando todas as energias da outra pessoa.

O amor Vampiro de Munch

Cuidado o amor pode te pegar…ou como diria Nando Reis: “O Amor pode estar do seu lado” [cuidado!].

5º Creedence – I Put Speel On You [I put a spell on you/Because you're mine./You better stop/The things that you're doing./I said "Watch out!/I aingt lying, yeah!/I aingt gonna take none of your/Fooling around;]

O sentimento de posse, o ser humano tem o costume de tomar para si as coisas, isso já começa na infância quando já de pequenos colocamos nome em todos os materiais. No amor as vezes [quase sempre] isso acontece, achamos q somos donos da outra pessoa e queremos ela só pra gente. E como dizem os primeiros versos dessa canção maravilhosa do Creedence: Eu joguei um feitiço em vc, pq vc é minha.

 

 

4º Aerosmith – Falling in love is hard on the knees [There ain't gonna be no more beggin' you please/You know what I want/And it ain't one of these/You're bad to the bone/And your girlfriend agrees/That falling in love is so hard on the knees]

Sim o amor acaba com seus joelhos, estou me referindo a servidão, quem nunca teve um amor mandão [ou mandona], nos como apaixonados perdemos a vontade e nos tornamos escravos de outra pessoa. Em geral as mandonas, são pessoas que tiveram azar em outros relacionamentos, como a garota dessa música e por isso seu novo parceiro sofre.


3º Regina Spektor – Buildings [He was a husband who drove his wife home drunk from the parties/He was a husband who drove his wife home/And in the car he would gently lean her head on the side door window/And in the bathroom he would hold her hair back and hope, saying]

Regina Spektor canta sobre a rotina, sobre os dias e noites difíceis que temos a dois, os excessos da outra pessoa, vc está pronta para limpar isso e fazer de conta q nada aconteceu na noite passada ?


2º Amy Winehouse – Love is a Losing Game [For you I was a flame/Love is a losing game/Five story fire as you came/Love is a losing game /Why do I wish I never played/Oh, what a mess we made/And now the final frame/Love is a losing game]

Ter sorte no amor é mais complicado que ter sorte em uma mão de Poker,  Os dias passam o amor cresce o amor diminui vc começa a conhecer realmente a pessoa, as palavras que antes eram lindas se tornam besteiras. Sim o Amor é um Jogo de Azar.


1º Nazareth – Love Hurt [Love hurts, love scars, love wounds' and most/Any heart not tough or strong enough/To take a lot of pain, take a lot of pain/Love is like a cloud, it holds a lot of rain/Love hurts, oh, oh love hurts]

No final de tudo vc chega a mais uma conclusão, o Amor Doi…

Clique e baixe a Segunda fase da Trilogia do Amor – Fase Vermelha, e semana que vem, mais IPOD Burn com a fase final da trilogia.


Ouvindo no Ipod (Trilogia do Amor – Fase Rosa) #6

Eu voltei agora pra ficar, pq aqui é o meu lugar.

Os posts da série Ouvindo no Ipod [IpodBurn], são os mais antigos do Blog, andou meio parado, pq é um post que demanda tempo pra ser feito, preciso combinar e ainda baixar as músicas.

Dessa vez o IpodBurn vai servir de guia para explicar a todos a trilogia do amor, então toda a quinta até o final deste mês teremos um IpodBurn especial.

A Trilogia do Amor – Fase Rosa.

Vc já se apaixonou? Se sim, vai saber do que eu estou falando. A fase rosa é o começo, tudo que ela (ele) diz é lindo. A pessoa não tem defeito e vc faz tudo por ela. Vai para os lugares mais improváveis e apesar de fazer coisas que não gosta, se sente no céu.

5º Lou Reed -  Perfect day [Just a perfect day/drink sangria in the park/And then later when it gets dark/we go home]

Lou Reed escreveu sobre dias e noites perfeitas, onde estar ao lado do seu amor te completa, mas mesmo que vc esteja em um lugar chato a presença dela te deixa leve e te manda para outra dimensão, a dimensão do amor.


4ºJane Monhet – Cheek to Cheek [I'm in heaven/And my heart beats so that I can hardly speak/And I seem to find the happiness I seek/When we're out together dancing cheek to cheek]

Essa música fala do sentimento do primeiro encontro, logo que vc volta pra casa se sente sem ar, e a vontade de rever a pessoa amada já lhe bate no primeiro minuto que vc fica longe dela.[Sim vc está apaixonado]


3º Elvis – Love me Tender [Love me tender,/Love me true,/All my dreams fulfilled./For my darlin' i love you,/And i always will.]

Pronto a paixão tomou conta de vc, o vírus está encubado. Primeiros sintomas são as juras de amor. Love me Tender é quase um soneto de fidelidade [quem nunca recitou esse poema para o seu amor] do Elvis. Ele jura amor eterno e agradece por ela existir.


2˚ The Who – Magic Bus [Every day I get in the queue/To get on the bus that takes me to you/I'm so nervous, I just sit and smile/You house is only another mile]

Vc não mede mais esforços para sair com ela, vc percorre distâncias gigantescas e nunca se cansa, a paixão é seu combustível. A paixão é tão grande que vc pensa em comprar um Ônibus, ainda mais se ele for mágico.

 

corra atrás do amor

1º The Cure – Just Like Heaven ["The one that makes me scream," she said/"The one that makes me laugh," she said/And threw her arms around my neck/Show me how you do it/And I promise you, I promise that/I'll run away with you]

Se sentir no Paraíso é o que o amor faz com vc, essa é a letra mais bonita da banda gótica The Cure. Ela fala do momento que seu amor te surpreende e te diz “Eu te Amo”. Então tudo está bem.


Agora baixe[Clique aqui e baixe] essa Lista e vai curtindo a Fase Rosa do Amor, pq cedo ou tarde ela acaba. Então aproveite enquanto durar. Ou até a próxima Quinta.

20 anos de Grunge (Confusões e mortes: o verdadeiro grunge)


Por Humberto Domiciano

O grunge foi um estilo musical marcado pelo sucesso repentino de diversas bandas, confusões e mortes prematuras.

Entre as razões para tantos acontecimentos em tão pouco tempo talvez estejam a própria temática dessas bandas, o estilo de vida dos integrantes e o próprio apelo em cima desses artistas.

Desde que o rock nasceu, histórias trágicas acompanham o estilo. Nos anos 50, Richie Valens e Buddy Holy morreram. Alguns anos depois vieram o trio Jimi Hendrix, Janis Joplin e Jim Morrison.
Sendo assim, entendo que o grunge não teve mais mortes do que outras épocas, mas elas foram bem marcantes.

A primeira delas aconteceu em 1990, quando Andrew Wood, vocalista do Mother Love Bone, teve uma overdose e morreu pouco depois do lançamento do primeiro álbum. O restante da banda passou pelo Temple of the Dog e hoje toca no Pearl Jam.

Alguns anos depois foi a vez de Kurt Cobain estourar a cabeça com um tiro
e por fim ao Nirvana e simbolicamente ao próprio grunge.
No entanto, o caminho de Cobain até a morte foi bastante agitado. Shows desmarcados, cuspe e gestos obscenos para a câmera da Globo foram apenas pequenas demonstrações de seu poder de fogo. Além disso, constantes problemas com heroína e cocaína e brigas com Courtney Love rechearam o cardápio.

No final da década de 90 foi a vez do Pearl Jam experimentar a maldição. Antes de uma apresentação da banda na Noruega, no Festival Roksilde, oito fãs morreram esmagados durante tumulto. O show era um dos primeiros da turnê de “Binaural”.

Tributo a Kurt

Por fim, em 2002, Layne Staley, vocalista do Alice in Chains, morreu de overdose de heroína e cocaína. A banda retomou as atividades em 2007 e gravou um bom álbum, lançado em 2009.

Agora ele vive no Guitar Hero

20 anos de Grunge (Top 5 do grunge)

Por Humberto Domiciano

Seguindo a série sobre o grunge, desta vez vamos falar sobre os discos fundamentais do estilo. Esta lista (lá vamos nós discutir sobre elas de novo) não tem pretensões de ser definitiva. Os critérios para a escolha desses álbuns obedeceu a repercussão que cada um teve, a qualidade do trabalho e o momento em que foi lançado.

Entre as bandas, o Nirvana ganhou duas resenhas. E não faltam motivos para isso. Além de ser a principal banda, responsável por polêmicas e pelo disco mais vendido, o grupo também foi o primeiro a acabar.

Mas vamos ao que interessa, seguem abaixo algumas impressões e opiniões sobre os 5 principais discos do grunge.

Nirvana – Nevermind (1991)

Falar sobre Nevermind quase 20 anos depois é fácil. Com uma das capas mais famosas do mundo, parodiada até pelos Simpsons, e com um arsenal de pelo menos 5 grandes hits, o álbum virou clássico em seus curtos 42 minutos.

A abertura, “Smells Like Teen Spirit”, é um verdadeiro hino à rebeldia. Teve um clipe repetido à exaustão pela MTV e ganhou versão bastante engraçada de Weird Al Yancovitch (veja no player abaixo) chamada de “Smells Like Nirvana”. Mais do que qualquer coisa virou hit.

Na seqüência temos “In Bloom”, com seu começo sombrio, a música vai crescendo e ganha força, principalmente no refrão.

Sem perder o fôlego, vem “Come As You Are”, obrigatória nas aulas de baixo mundo afora, a música, na minha modesta opinião é a melhor do cd. Tem melodia e letras fortes, uma boa composição. O único ponto negativo é que Caetano Veloso gravou versão lamentável em um de seus discos.

Seguindo o play temos “Lithium”, outra boa música, que tem força e que para variar também esteve nas paradas no início dos anos 1990.

Para fechar a lista de clássicas, temos “Polly”. Quase acústico, o som ganhou talvez a sua versão definitiva no Acústico (ver resenha abaixo). Do restante, vale destacar “Something In the Way”, que tem um jeitão pelo Pink Floyd.

Pearl Jam – Ten (1991)

Outro disco fácil de resenhar. Lançado pouco antes de “Nevermind”, o álbum mostra um Pearl Jam em estado bruto. Eddie Vedder é quase um trovador. Dispara sua metralhadora em diversos sons e ao mesmo tempo encontra paz para baladas como “Black” e “Oceans”.

“Once” é uma música boa, abre bem o disco.
Mas a seqüência, com “Even Flow” é perfeita. É o tipo de música que parece que nasceu ao vivo e para ser tocada ao vivo.

Sem dar folga, começa “Alive” outra paulada, clássica, que tem versões ao vivo sensacionais até hoje.

Vale destacar também a densa “Black”, que é uma música triste, melancólica, no maior estilo grunge. Aqui a bunda molice emo passou longe.

Para completar ainda temos “Jeremy”, outra que teve clipe exibido diversas vezes na MTV, o que colaborou para as excelentes vendagens do trabalho.

Nirvana – Acústico (1993)

No auge do sucesso, o Nirvana foi convidado pela MTV para gravar um acústico. O show aconteceu em Nova York e trouxe uma banda amadurecida, apesar dos problemas causados por Kurt Cobain.

O repertório escolhido privilegiou sons de todos os álbuns da banda. “About a Girl”, de Bleach, a regravação “The Man Who Sold the World”, de David Bowie, e diversas do “Nevermind”.

Neste album é legal destacar também o clima, quase de velório, já que Cobain pediu muitas flores e velas na decoração do cenário. Ele se mataria meses depois.

Soundgarden – Badmotorfinger (1991)

Se fosse possível dividir o grunge em subestilos, o Soundgarden poderia ser enquadrado numa linha mais pesada. Com claras influências de Black Sabbath e outras bandas da origem do heavy metal, Chris Cornell, Matt Cameron, Kim Thayil e Ben Shepherd soltaram um verdadeiro petardo.

A banda, que iniciou suas atividades em 1984, também estava no seu auge. Neste trabalho “Outshined” acabou sendo o grande hit, o que levou a serem indicados para o Grammy do ano seguinte.

Temple of the Dog – Temple of the Dog (1991)

Era para ser apenas um projeto em homenagem a Andrew Wood, vocalista do Mother Love Bone, morto em 1990, por conta de overdose de heroína. No entanto, Chris Cornell se juntou ao então desconhecido Eddie Vedder para gravar um disco. De um lado, metade do Soundgarden, com Matt Cameron na bateria e a outra metade viraria o Pearl Jam, com Stone Gossard, Mike McCready e Jeff Ament.

O disco é pesado e possui boas músicas, só que o grupo realizou poucas apresentações ao vivo e apenas um som do play ficou conhecido.

“Hunger Strike” tem um dueto de vozes entre Cornell e Vedder que é emocionante. Existe também um clipe na MTV, que passou bastante durante os anos 1990.


20 Anos de Grunge (O Fim foi o Começo)

Antes de começar a nota um agradecimento, sim preciso agradecer a minha querida Ingrid do Blog Fulana de Tal [clique aqui e conheça], que fez um post especial no blog dela…eu adorei….adorei..mesmo….Querida Ingrid, Vc sabe que é a mais gracinha de todas….

Como surgiu a ideia do Especial?

Estava eu e meu amigo Humberto, tomando uma cervejinha no Varanda [clique e conheça a casa] e conversando sobre a vida, no meio da conversa surgiu um papo sobre camisas de Rock, ai comentamos da famosa camisa de Smile do Nirvana. Ai disso entramos no Grunge e percebemos que em 2010 vai fazer 20 anos desse movimento cultural.

Ai eu lancei, “topa fazer uns posts pra todas as quintas“…ele prontamente aceitou, nesse mês então ficou combinado falar sobre o Grunge, vamos comentar alguns discos importantes e falar sobre tudo o que aconteceu naquela época conturbada chamada anos 90 [roubei essa frase dos Homer]

Por Humberto Domiciano

É difícil precisar quando o grunge acabou. Para alguns mais afoitos, foi no dia que Kurt Cobain se matou. Para outros não teve uma data específica. Fico com a segunda opção.

O esfriamento do ‘movimento’ grunge foi acontecendo aos poucos. O Nirvana acabou com a morte de Cobain, o Pearl Jam não aparecia mais na MTV, o Alice in Chains, por outro lado, era uma das poucas bandas que continuava no pique, com seu acústico, lançado em 1996.

Entretanto, mesmo com suas principais bandas se desintegrando ou mudando de estilo, o grunge, inusitadamente, sobreviveu por mais algum tempo com bandas e artistas que pouco ou nada tinham a ver com a cena.

O primeiro sinal foi com Bruce Dickinson. Sim, o líder do Iron Maiden, na época em carreira-solo, soltou o duvidoso Skunkworks, com clara tendência grunge.

Depois chegou a vez de Ronnie James Dio, com Angry Machines, no qual o resultado se não foi ruim, também ficou longe de ser bom. Deste álbum vale destacar dois sons: “Don’t Tell the Kids” e “Hunter of the Heart”.

Além desses, o Kiss, no seu obscuro “Carnival of Souls”, mostra um som diferente, com muito peso, músicas mais densas e tristes. As pistas deste caminho já tinham sido dadas no “Revenge”, mas o Kiss com camisa de flanelas (!) só seria conhecido pouco mais tarde, quando a banda nem tinha mais a mesma formação e estava preocupada com as gravações do acústico da MTV.

Eddie Vedder Alive....

Por fim, diversas outras bandas surfaram nessa onda e poucas tiveram sucesso. No entanto é inegável a força que o grunge teve na música dos anos 90.