77 anos de Elvis

Elvis o Mito

Se Elvis estivesse vivo, teria completado ontem 77 anos, o Rei do Rock influenciou muita gente e liderou uma geração de jovens e as ajudou a se rebelar contra os padrões impostos pela sociedade da época. Elvis foi o primeiro ao dançar se insinuando e rebolando no palco [com isso ganhou o apelido de Elvis The Pelvis] sua maneira de dançar é copiada até hoje o que o tornou logo um sucesso entre as mulheres do mundo inteiro. Hoje não podemos imaginar o que seria isso, porque temos mais liberdade do que a juventude do tempo do Elvis.

Elvis também seguiu carreira no cinema, mesmo não sendo um bom ator, o rei conseguia lotar as salas de cinema por conta da sua beleza, com isso Elvis estrelou 31 filmes entre 1956 e 1969. Ele não encenava em um único gênero, ele fez comédia, romance, Western e até drama.

Seus melhores filmes foram Flaming Star (1960), Wild In The Country (1961), Follow That Dream (1962), Kid Galahad (1962), Fun in Acapulco (1963) e Viva Las Vegas (1964) [onde conheceu a bela Ann Margret, com quem teve um caso].

O Rei não tinha só amores, ele colecionava inimigos, entre eles estava o líder do RATPACK, Frank Sinatra, que certa vez chegou a dizer:

“O Rock And Roll é músicas para rebeldes e desordeiros”

Mas essa ruga desapareceria com o tempo, em meados dos anos 60 Elvis retornou da guerra com uma estrela dourada e assim acabou sendo convidado por Sinatra a sentar na cadeira em seu programa de Entrevista. Graças a esse encontro Elvis conseguiu realizar o sonho de conhecer Dean Martin, um dos seus ídolos.

Elvis e Sinatra

Elvis foi tudo isso e muito mais, só quem viveu o tempo dele sabe a importância que ele teve para uma geração de jovens, em sua grande maioria presos por uma convenção social.  Nenhuma outra pessoa influenciou tantos artistas como Elvis Presley, arisco a dizer que sem o Elvis o Rock and Roll não existiria uma prova disso são as citações de Dylan, Plant e Paul.

“Quando eu ouvi a voz de Elvis pela primeira vez eu sabia que não ia trabalhar para ninguém e ninguém seria meu chefe. Ele é o deus supremo do rock and roll hoje. Ouvir Elvis e como escapar da prisão. Eu agradeço à Deus por Elvis Presley.”

Bob Dylan.

“Elvis foi o ponto inicial, onde tudo começou para nós”

Robert Plant.

“Foi Elvis que realmente me colocou na música. Quando eu ouvi ‘Heartbreak Hotel’ eu pensei, é isso!”

Paul McCartney

Se você gosta de boa música procure e viva um pouco de Elvis, você não vai se arrepender.

Minha canção favorita do Rei…até quarta

Girando e girando rápido

Por Humberto Domiciano

[Convidei meu amigo para falar do Beady Eye um Oasis sem o Noel, antes ele fez uma resenha do disco solo dele, clica aqui

Como é de conhecimento de todos, o Oasis deixou de existir em 2009. A partir de então, os irmãos Gallagher resolveram cada um montar a sua banda. O Beady Eye, que tem Liam junto com todos os integrantes da última formação do Oasis, lançou seu trabalho primeiro. Different Gear, Still Speeding é uma boa mostra de rock n’ roll e já nos deixa ansiosos para o próximo cd…

 

Four Letter Word – Abertura típica do Oasis dos anos 90. Riff marcante, vocais limpos e batida animada. Grande som, com uma letra bem interessante e mostra um Liam talvez mais maduro…

Millionaire – Mais uma bela canção. Timbre e tema bem anos 60. É complicado não comparar com Beatles, mas a melodia é boa e cativante e novamente a letra é boa…

Liam, o BadBoy que o Rock Precisa

The RollerAqui temos o primeiro single do trabalho. Semi-balada, de certa forma melancólica. Algum fã mais atento pode lembrar um pouco de John Lennon em seus primeiros discos-solo.

Beatles and StonesO título diz tudo. Rockão bem anos 60, rápido, direto e sem firulas. Vamos passar como Beatles e Stones!!

Wind Up DreamOutra com a cara do Oasis. Tem uma levada mais preguiçosa, quase indolente, mas com bons riffs e solos. Poderia facilmente estar em algum disco da banda de Manchester.

Bring the LightAqui Liam voltou um pouco mais no tempo. O piano lembra Jerry Lee Lewis e a coisa fica mais interessante com a guitarra afiada no momento certo e com o coro feminino de fundo.

For Anyone – Primeira música ‘bonitinha’ do disco. Violão, batidinha manjada e toquezinho folk. Som agradável e só.

Kill For a DreamMais uma balada. Mas nesta, os arranjos são mais elaborados e a música vai crescendo. Bela letra, com uma mensagem muito boa. Vale destacar também os solos curtos, mas bem precisos.

Standing on the Edge of NoisePesada, barulhenta e com o título mais uma vez auto-explicativo. Lembra de leve Helter Skelter, dos Beatles. Essa anarquia é boa e faz falta para o rock moderno.

WigwamUma semi-balada. Sem nada de especial, talvez a mais fraca do disco.

Three Ring CircusRock básico, bom riff, bom solo e refrão preciso. Simples como esse tipo de som deve ser.

The Beat Goes OnTalvez a mais beatlemaníaca do disco. Arranjos sessentistas e a temática também. Mais um bom som e que serve para mostrar que Liam também consegue acertar nas suas composições.

The Morning Son – O fechamento do disco foi com bom gosto. Balada com violão, sons mais delicados. Música feita sobre a paternidade e o quanto ela pode alterar a vida de um homem.

[Amanhã eu estou lá no Turmadocafe.com para dar uma dica de filme, como hoje falamos de Oasis, amanhã é dia de falar de Lennon]

SWU para todos [Verdades e mentiras sobre o evento]

Por Humberto Domiciano

Quando o festival SWU foi anunciado no ano passado, tendo como foco a tal da sustentabilidade, confesso que não me animei muito. Sempre entendi que arte por si só é algo representativo e que faz pensar, sendo desnecessário usá-la e forçá-la a ter um discurso político ou de costumes.

O tal festival aconteceu, tendo como destaque logo uma banda que é totalmente política (Rage Against the Machine) e depois choveram críticas quanto a estrutura do local e até mesmo quanto ao cast escolhido.

Alguns meses depois, a segunda edição foi definida e com a mudança de cidade (de Itu para Paulínia) e dias melhores definidos quanto ao estilo musical, o festival pareceu mais interessante. E após a confirmação de um grande nome, o Lynyrd Skynyrd, decidi ir até o interior paulista. Acertados os detalhes, como hospedagem e acesso ao espaço dos shows, parti para os shows.

1º dia

No geral, tive boas surpresas. Zé Ramalho, que abriu o domingo, veio com um set mais leve, com covers, além das obrigatórias Eternas Ondas, Táxi Lunar e Admirável Gado Novo.

Na sequência, a chuva que se aproximava finalmente começou e causou o único momento mais tenso do festival. Com o atraso de todas as apresentações, a organização do SWU optou por antecipar a Tedeschi Trucks Band e inverter com o Ultraje a Rigor. A escolha foi boa, pois colocou o grupo norte-americano com seu som baseado no blues e no funk antes do show mais pesado que a banda brasileira faria na sequência.

Entendo ser desnecessário falar sobre a confusão entre as produções do Ultraje e do Peter Gabriel. O fato já foi noticiado e comentado e o mais importante é que a veterana banda de rock brazuca fez um baita show. O baterista Bacalhau se mostrou insano, o guitarrista Marcos Kleine deu mais peso a clássicos como Inútil, Pelado e Nada a Declarar.

Seguindo o dia, tivemos Chris Cornell, que trouxe um show acústico, que apesar de ter sons excelentes de sua carreira no Soundgarden e no Audioslave, não empolgou pelo formato escolhido.

Já com a noite caindo foi a vez do Duran Duran. Os veteranos ingleses chegaram com todo o glamour de outrora. O show foi bom, apesar dos sons mais novos não empolgarem o público. Simon LeBon segue em boa forma vocal e ao lado de duas (interessantes) cantoras deu um bom espetáculo.

Logo foi a vez de Peter Gabriel que veio com seu novo show com a New Blood Orchestra. A qualidade da apresentação é indiscutível. O projeto, talvez um dos mais ambiciosos do ex-vocalista do Genesis, é sucesso de público por onde passa. No caso do SWU, por ter um tempo reduzido, novamente o formato não agradou.

Para fechar o dia, nada mais do que o melhor. O Lynyrd Skyrnyd que veio para cá só tem um membro original. Nem mesmo as tragédias que a banda sempre foi obrigada a conviver foram capazes de abater estes músicos. O show já começou chutando a porta, com Working for MCA.

Já com o público ganho, o grupo se deu ao luxo de trazer 3 covers de blues antigos até fecharem com a emocionante Free Bird, em sua versão extendida, o que levou muitos às lágrimas, inclusive este escriba…

2º dia

Já recomposto do primeiro dia, fui para Paulínia esperando pela destruição. O dia do metal e do grunge prometia ser empolgante, mesmo com a chuva forte que insistia em cair… Apesar disso, as atrações fariam com que valesse a pena.

A segunda-feira começou com o Raimundos, que fez uma boa apresentação mesmo sem Rodolfo e Fred.

Logo depois começou o show de Duff McKagan Loaded. O ex-guitarrista do Guns n’ Roses veio com um hard básico, com algumas influências de punk, mas acabou empolgando mesmo só quando fechou a apresentação com It’s So Easy, do disco Appetite For Destruction, de sua ex-banda.

Na sequência, veio o Black Rebel Motorcycle Club, com seu som meio alternativo e meio moderninho. Confesso que não é o tipo de banda que eu compraria um disco, mas o público gostou da apresentação. Vale destacar a baterista Leah Shapiro, que além de tocar bem é bonita e estilosa.

Passada a apresentação chegou a vez da primeira porrada. O Down é um grupo americano formado pelo vocalista Phil Anselmo (ex-Pantera) e por uma porção de bons músicos do heavy metal americano, como o guitarrista Pepper Keenan (Corrosion of Conformity). O show é pesado, com bons riffs e a postura quase insana do vocalista, que em certo momento bateu o microfone na testa até sangrar. Foram apenas 50 minutos, mas intensos.

Passada a destruição, começou o show de uma banda chamada 311… Sinceramente não consegui definir o som dos caras. No começo era um popzinho, depois passou para um new-metal… Aproveitei para tomar cerveja e descansar um pouco.

Aí foi a vez do Sonic Youth. Apesar das expectativas quanto a um possível último show do grupo, a apresentação não me agradou. Acho que é uma banda superestimada. Muito barulho e pouca melodia.

Depois desse show tive a curiosidade para ver o Primus. O grupo que tem como principal foco o som do baixo fez uma apresentação peculiar, assim como o som deles. Les Claypool, o excêntrico vocalista, praticamente não se comunicou com o público. O resumo é que a banda parecia um peixe fora d’água.

E chegou a hora do Megadeth. Dave Mustaine e sua trupe trouxeram um disco novo na bagagem. No entanto, com pouco tempo, 1 hora exatamente, não puderam mostrar muita coisa. Public Enemy Nº 1 e Whose Life (Is It Anyways)?, novas, mostraram que os americanos ainda tem muita lenha para queimar.

Menos de 5 minutos depois foi a vez do Stone Temple Pilots. Talvez uma das melhores bandas do grunge, o grupo desfilou clássicos dos anos 90 e mesmo com muita chuva agradou em cheio. Um dos melhores do festival.

Quase chegando ao final foi a vez do Alice In Chains, que estreava em solo brasileiro e com o vocalista Willian Duvall. Para muitos, a banda é grunge. Para mim fica entre o hard rock e o heavy metal. O grupo não decepcionou e tocou pesado sons como Rooster, No Excuses e Would?.

Para fechar veio o Faith No More. Com uma formação quase clássica, o grupo baseou o set no álbum Killing for a Day… Fool for a Lifetime, que é o trabalho mais eclético da banda. Mike Patton mostrou que está com a voz perfeita e com seus palavrões em bom português agradou a platéia. Ao final, a banda tocou com a orquestra de Heliópolis e fechou bem o festival.

Trocando em miúdos, o SWU foi bem legal. Apesar de sujeira, resultado também da falta de educação do público e da chuva, a parte musical (o que é mais importante) correspondeu às expectativas. Em 2012, o evento será no mesmo lugar e já rumores do que o Black Sabbath será a principal atração. Aguardemos.

Post Extra: Vai pro SWU…?

 Por Humberto Domiciano

 

O SWU começa hoje em Paulínia. O festival que chega a sua segunda edição já parece ter caído no gosto do público, mesmo com o discurso baseado em temas da moda, como sustentabilidade e coisa afins…

O que mais chama a atenção desta edição é a quantidade de atrações interessantes, que devem agradar muitos públicos. Bom, segue abaixo uma lista do que deve ser visto.

 

Domingo

Ultraje a Rigor: A banda que completou 30 anos de carreira foi confirmada recentemente. Mesmo com uma formação bem diferente, o grupo promete trazer os antigos clássicos e agitar o público que estiver chegando ao local.

 Tedeschi Trucks Band: A primeira atração southern do dia chega com uma mistura interessante de blues, hard rock e rock n’ roll. Som de muito groove e que deve surpreender os presentes.

Duran Duran e seu mundo Ordinário...

 Duran Duran: Os ‘velhinhos’ chegam com todo o glamour de outrora. Apesar dos últimos discos terem sido decepcionantes, o set-list, recheado de sons conhecidos, deve salvar a lavoura.

 Peter Gabriel: Esta talvez seja a única atração com asterisco. Peter tem produzido muito nos últimos anos, sempre baseado em experimentalismos e world music. Para o Brasil, ele trará a New Blood Orchestra e tocará sem bateria, nem guitarra. Vamos ver o que dá.

 Lynyrd Skynyrd: Para fechar o dia, o pessoal do Alabama promete quebrar tudo. Será a primeira vez em solo brasileiro e com uma formação de respeito. Johnny Van Zant e Ricky Medlocke (Blackfoot) prometem incendiar o público com a obrigatória Sweet Home Alabama e as emocionais Simple Man e Freebird.

 

Segunda-feira

Duff McKagan’s Loaded: O ex-Guns n’ Roses vem com uma proposta diferente de sua banda anterior. Duff, que hoje se diz renovado, chega numa linha mais punk pop, mas deve tocar alguns sons do Guns também.

Down: A banda do ex-vocalista do Pantera, Phil Anselmo, vem com um som agressivo, numa mistura de thrash metal e heavy metal. É um grupo autêntico, que só toca coisas próprias e não faz covers do Pantera.

Megadeth: Dave Mustaine e sua trupe chegam com o novíssimo Thirteen. Além da volta do baixista Dave Ellefson, o grupo deve empolgar com sons antigos, como Symphony of Destruction, Angry Again e In My Darkest Hour.

STP - Uma das melhores bandas dos anos 90

Stone Temple Pilots: O grupo fechará aqui uma bem sucedida tour de retorno. Scott Weiland parece menos lesado e o grupo tem músicas de sobra para sustentar uma boa apresentação.

Alice in Chains: Quando o grupo resolveu voltar, mesmo com a morte de Layne Staley, muita gente torceu o nariz. Veio o disco novo e uma tour mundial e a banda voltou a ser relevante.

 

 Bom Show…

 

 

Estréia que superou as expectativas [Noel Gallagher - Solo]

Por Humberto Domiciano

Quando o Oasis anunciou em 2009, que a banda acabou uma ponta de apreensão tomou conta dos fãs. Mesmo sabendo que a volta vai acontecer (ao que tudo indica em 2015), as atenções voltaram para o que fariam os irmãos Gallagher separados.

No começo de 2011 tivemos a excelente estréia de Beady Eye com seu disco homônimo, o que elevou as expectativas para o trabalho de Noel.

Noel Gallagher’s Flying Birds é uma grata surpresa. Não que eu duvidasse da capacidade do guitarrista em produzir coisas boas, mesmo porque as principais e mais marcantes músicas do Oasis eram suas. Mas um trabalho solo sempre traz aquela carga de representar bem e agradar aos fãs mais exigentes.

O trabalho tem muita influência do antigo e do novo Oasis, o que torna a audição agradável e com certeza está entre os melhores do ano. Se ‘disputa’ entre os irmãos seguir produzindo trabalhos bons como este e com o primeiro do Beady Eye, quem gosta de boa música sairá ganhando.

Segue abaixo algumas impressões sobre o disco:

 

Everybody’s On the Run: Típico som do Oasis do início dos anos 2000. Orquestrações de fundo, introdução breve e uma boa batida. A música tem um tom épico logo de cara, com vozes de fundo. Sem dúvida um bom cartão de visitas.

Dream On: Aqui temos novamente o bom e velho Oasis. Violão, arranjos mais trabalhados e um vocal mais tranqüilo. A música vai crescendo e ganhando corpo até chegar num belo refrão. Mais uma excelente composição, que deveria estar em algum disco da banda.

If I Had a Gun: A primeira balada do disco segue a maioria das melhores composições do grupo de Manchester. Inicia com o violão, parte para arranjos mais delicados. Já tem sido tocada ao vivo e promete ser um bom momento das apresentações de Noel.

The Death of You and Me: Desde os discos Heathen Chemestry e Don’t Believe the Truth, o Oasis aposta em temas mais próximos do folk. Este som poderia perfeitamente estar em qualquer um destes discos. Noel mostra que está em boa forma e mais uma vez emociona.

(I Wanna Live In a Dream In My) Record Machine: Aqui temos a primeira música comum do disco. Uma semi-balada, que também vem sendo tocada nos primeiros shows do guitarrista.

AKA… What a Life!: Alguns fãs mais conservadores podem torcer o nariz. É uma faixa mais moderninha, com bateria programada, arranjo sampleado. Eu sinceramente gostei. Acho que tem bom gosto, apesar da falta de testosterona…

Soldier Boys and Jesus Freaks: Som que segue a mesma linha de bons arranjos, uso de instrumentos de sopro e boa letra. Uma das mais curtas do disco.

AKA… Broken Arrow: Mais uma semi-balada. Mas está é empolgante. Uma das melhores do disco. Remete às boas músicas dos anos 60 e 70. Esta foi escolhida para ser uma das músicas do bis nas apresentações de Noel.

(Stranded On) The Wrong Beach: A música lembra algo do ultimo disco do Oasis. Bateria programada de novo. Mas desta vez, o som não empolga tanto.

Stop the Clocks: A segunda balada do trabalho tem o esperado. Violões, cantos de fundo, letra bem trabalhada. Apesar disso tudo, não é a melhor composição do tipo. Noel já fez coisas melhores.

 

 

[Clique aqui e baixe o disco]

 

Fofuras para o Natal [A very She & Him Christmas]

Uma velha tradição está que volta.

 

Nos tempos de Dean Martin e Sinatra, os discos especiais de Natal eram mais comuns. Discos recheados de clássicos que remonta o espírito natalino e trazem um pouco de calor, para a época do ano mais gelada dos lares americanos [isso vale para os sem calefação]. Até certa vez Mr. Bob Dylan entrou na onda do Natal e em 2009 lançou seu disco de Natal.

Agora chegou a vez da minha dupla favorita [Não é Sonny e Cher] She [Zooey Deschanel] e Him [Mark Ward], entrarem na onda do Natal, como todo disco de Natal não pode faltar as mais famosas melodias do tema como The Christmas Waltz [Primeiro Single lançado na Internet] que recebe o acompanhamento do piano e da Guitarra de Ward.

Temos também a divertida e super conhecida Christmas Day que recebeu um tratamento especial com coros de fundo e um solo de guitarra preciso e contagiante, Silver Bells que sempre era cantada por Sinatra, ganha uma roupagem leve ao som do Unkelele tocado por Ward.

Um dos destaques vai para It´s Cold Outside, um clássico do gênero, que apela ao uso do dueto, para retratar uma conversa de um casal, onde um precisar ir embora [Ward] e o outra insiste para que  fique[Zooey]. Esse dueto já foi praticado por dezenas de parcerias ao longo da história, a dupla mostra um contraste legal entre as vozes e ainda tem um assovio para embalar a canção [recurso bastante usado por eles].

linda como sempre

Mas não só de musicas alegres e fofas vive esse disco de Natal, Blue Christmas é uma balada triste. Essa música parece ser a preferida dos Rock stars, já sendo executada pelos Beach Boys e até pelo Rei Elvis, em uma versão romântica, mas carregada de tristeza. Nessa versão Zooey sabe colocar o tom de tristeza necessário.

The Christmas Song, não é das tristes, mas ficou muito boa no estilo melancólico usado pela dupla, a guitarra ditando o ritmo, faz toda a diferença e dá uma roupa nova e elegante, para um clássico.

O disco é muito legal e conta com 12 canções Natalinas, mas não se esqueça que é apenas um Disco de Natal e não podemos levar nada muito a sério e apenas a apreciar as músicas contagiantes e as tristes também.

Não vou disponibilizar o link, mas você já pode achar por ai. Outra coisa, como o Natal já está chegando esse seria um Presente maravilhoso para o Dono deste Blog, ainda mais se for a versão em vinil.

Vou esperar o Presente…

Uma chance para conhecer o melhor do Rock.

Você já venceu o Muro?

Hoje chega às lojas uma nova coleção do Pink Floyd, da mesma maneira que aconteceu anos atrás com a chegada do CD, a banda se prepara para o futuro e relança todos os seus trabalhos em todos os formatos possíveis, tornando o legado de 14 álbuns presente para essa nova geração.

O Nome do projeto se chama “Why Pink Floyd?”. Nesse projeto teremos todos os álbuns disponíveis em Vinil, CD, DVD, Blu-ray e Super Áudio CD e um aplicativo [popularmente chamado de app] para Iphone, mas como já era previsto, a banda vai investir também nas caixas, que são recheados de extras, como versões alternativas e até partituras, para você tocar em casa, tudo para cativar ainda mais o amante da banda.

Se você não tem nada da banda ou mesmo sonhou em conhecer o som dos caras, essa é a sua chance. Mas já vou avisando para entender a banda, não basta pegar faixas soltas por ai, à banda quando criava um disco pensava no todo e não em partes, essa foi uma das brigas da banda com a Apple que queria vender suas músicas separadas.

A Foot In The Door – The Best of Pink Floyd

Coletânea com 16 faixas remasterizadas. O título teve toda a parte gráfica desenvolvida por Storm Thorgerson, capista de praticamente toda a obra do grupo e designer gráfico oficial do Pink Floyd.

Faixas: Hey You, See Emily Play, The Happiest Days Of Our Lives, Another Brick In The Wall pt2, Have A Cigar, Wish You Were Here, Time, The Great Gig In The Sky, Money, Comfortably Numb, High Hopes, Learning To Fly, The Fletcher Memorial Home, Shine On You Crazy Diamond (editada), Brain Damage, Eclipse.

The Discovery Collection

Todos os 14 discos de estúdio do grupo serão relançados na íntegra, em versões remasterizadas. Os encartes e as caixas terão um tratamento gráfico especial. Além disso, será lançada uma caixa especial para colecionadores. Discovery Boxset vai reunir todos os álbuns e trará um encarte especial.

Os discos dessa série são: The Piper at the Gates of Dawn, A Saucerful of Secrets, More, Ummagumma, Atom Heart Mother, Meddle, Obscured by Clouds, Dark Side of the Moon, Wish You Were Here, Animals, The Wall, The Final Cut, A Momentary Lapse of Reason e The Division Bell.

Experience Editions

Apenas três títulos serão relançados nessa série: Dark Side of the Moon, Wish You Were Here e The Wall. Além dos álbuns remasterizados na íntegra, terão um disco de extras. Pela primeira vez a banda está expandindo e disponibilizando material inédito, que incluem faixas ao vivo, takes alternativos e versões completamente desconhecidas. Completando o pacote, encarte com mais páginas e caixa especial.

O segundo disco de Dark Side of the Moon trará um show completo em que a banda tocou o álbum na íntegra em 1974. Já Wish You Were Here: Experience Edition terá faixas ao vivo, outtakes, composições inéditas e versões alternativas! Os extras de The Wall: Experience Edition ainda não foram revelados.

Immersion Editions [Fiquei com vontade de ter essa]

Três títulos irão ganhar caixas especiais expandidas com muito material extra. Além dos CDs, esses boxsets com 6 discos terão filmes promocionais e shows. Completando o pacote, vários encartes, memorabilia e material raro para colecionadores, tudo acondicionado em grandes caixas de 29cm.

Os discos que serão relançados nessa série luxuosíssima são Dark Side of the Moon, Wish You Were Here e The Wall.

Já para entrar no clima da banda deixo vocês com o Disco Wish You Were Here Remasterizado para baixar. [Clique Aqui e Aproveite]

Um festival dispensável

[Hoje começa o famoso Rock In Rio, mas o evento esqueceu suas raízes Rock e caiu de cabeça no POP, pra comentar sobre o assunto eu convoquei meu amigo de longa data, um dos caras que mais entende de Rock and Roll e que a cada ano fica mais triste]

Releia seus melhores Posts  Até a Chuva Parou…

Onde tudo começou…

20 anos de Grunge…

Por Humberto Domiciano

 

A quarta edição brasileira do Rock in Rio começa nesse final de semana. Desta vez, apesar do maior número de artistas, o rock ficou de lado.

Elton John faz Farra

Se em 1985, tivemos bandas como Queen, Whitesnake, AC/DC e Ozzy Osbourne e em 2001 tivemos Oasis, Neil Young e Queens of Stone Age, este ano vale destacar poucas atrações.

O veterano Elton John é um dos poucos que se salvam. Deve trazer seus antigos sucessos, mesmo num show mais burocrático.

Além dele, Metallica e Motorhead são tiros certos.

Por outro lado, a turma do Pro-Tools vai deitar e rolar. Artistas como Ke$ha, Stone Sour, Snow Patrol foram colocados com grande destaque.

O Rock in Rio desse ano deve ser um sucesso de público justamente por isso.

POP sexy

Só a título de comparação, o SWU, que acontece em novembro parece bem mais atraente para quem realmente vai atrás da música.

Para alguns, o Rock in Rio já virou uma marca e por isso não deve ter mais compromisso com a qualidade de suas atrações. Mas vejo que este caminho deve ser perigoso, já que coisas piores devem vir nos próximos anos…

 

Rock ta indo embora

Festival musical, hoje, infelizmente, só na Europa.

Overdose de Pearl Jam (Em um cinema perto de você)

Uma das melhores bandas em atividade no momento…

Vinte anos de carreira, é esse o tempo que o Pearl Jam, nos dias de hoje e ainda com esse novo cenário musical estar vivo e produzindo é uma tarefa das mais árduas, vale ressaltar que a banda surgiu na febre Grunge de Seattle [assim com o Nirvana maior nome do movimento] e mesmo assim sobreviveu.

Isso se deve a genialidade de Eddie Vedder, que não ficou preso ao movimento grunge e bebeu de outras fontes, reforçando e revigorando a banda, quando ela mais precisou. Quem via o vocalista no inicio da carreira não imaginava que ele seria o grande “Band Líder” que é nos dias de Hoje.

Eddie Vedder em um estado Primitivo

Pra comemorar esses 20 anos, o diretor Cameron Crowe, fã confesso da banda e amante da boa música dirige esse documentário que mostra a banda em seus primórdios até os dias de hoje. Dentro desse projeto vemos muitas caras famosas do Grunge como Chris Cornell e alguns antigos integrantes.

Se você gostou dessa noticia, fique mais feliz ainda, o documentário será exibido nos cinemas Brasileiro, e na data oficial [Sim fazemos parte da estréia mundial do documentário]. Então se você realmente gosta da banda e não quer esperar o DVD chegar as lojas, veja esse documentário na tela grande.

Abaixo lista dos cinemas participantes:

Maceió – Kinoplex Maceió
Manaus – Cinemais Millenium
Salvador – Cinépolis Salvador Norte
Salvador – UCI Aeroclube
Fortaleza – UCI Iguatemi Fortaleza
Brasília – Kinoplex Park Shopping
Goiânia – Goiânia Shopping
São Luís – Cinesystem Rio Anil
Belo Horizonte – Estação Usiminas Paragem
Juiz de Fora – UCI Independência
Uberlândia – Cinemais Uberlândia
Cuiabá – Cinemais Cuiabá
Belém – Cinépolis Boulevard Belém
Recife – UCI Shopping Recife
Curitiba – UCI Curitiba Shopping Estação
Maringá – Cinesystem Maringá Park
Rio de Janeiro – Cinépolis Cinépolis Lagoon
Rio de Janeiro – Estação Vivo Gávea
Rio de Janeiro – Kinoplex Tijuca
Rio de Janeiro – UCI New York City Center
Porto Alegre – Cinesystem Shopping Total
Blumenau – Cinépolis Blumenau Norte
Florianópolis – Cinesystem Shopping Iguatemi
Barueri – Cinépolis Alphaville
Campinas – Cinesystem Galleria Campinas
Campinas – Kinoplex Dom Pedro
Ribeirão Preto – Cinépolis Santa Úrsula
Santos – Cine Roxy Gonzaga
São José do Rio Preto – Cinemais São José do Rio Preto
São José dos Campos – Cinesystem Vale Sul Shopping
São Paulo – Cinépolis Largo Treze
São Paulo – Kinoplex Itaim
São Paulo – UCI Anália Franco

Eddie Vadder em seu estado Atual

O ingresso ainda não tem valor definido, mas já está a venda, então se eu fosse você iria correndo ao cinema ou compraria via internet e garantiria essa chance única.

The Kills Chega no Brasil [Uma onda passageira ou um estilo que veio pra ficar ?]

White Stripes ?

Desembarca em SP, para apresentação única e com a maioria dos ingressos quase esgotados [Os ingressos foram pulverizados, nas mãos do fã clube] a dupla The Kills. A banda vem na esteira do festival Popload.

Apesar de parecer uma dupla novata, The Kills, se formou em 2000, com um encontro inusitado entre a dupla, onde Jamie “Hotel” Hince ensaiava com sua antiga banda no hotel, então Alison “VV” Mosshart que estava no quarto visinho, escutou e decidiu se corresponder com Hince, assim a dupla se formou.

Estilo de rock Star

O estilo de tocar da banda chegou a ser comparado com a de outra dupla o White Stripes, mas isso também aconteceu com o Tings Tings. Mas quem ouve percebe logo a diferença, como a bela voz de Mosshart e a batida mais bem produzida de Hince. O som do White Stripes é muito bom, mas na maioria das vezes muito cru.

Eu “tenho eles” no Ipod, e gostei muito do som, achei muito bem produzido e se difere bem das coisas [porcarias] que o cenário musical tem mostrado ultimamente.

Se você quer um ingresso para ver a banda em sua primeira apresentação no Brasil, amanhã os ingressos que restaram serão vendidos nas lojas Chilli Beans. O Show acontece no dia 28 de Outubro, no Clube Beco SP [q apesar do nome é muito bem frequentado].

Mosshart

Deixo vcs com o som que mais gosto deste disco, em breve um faixa a faixa.