Um líder solitário, Johnny foi o real pai da filosofia Punk, ele criou o Ramones, o maior expoente do movimento. Mesmo sem parecer, ou mesmo demonstrar, Johnny tinha um plano que só daria certo se fosse levado com mão de ferro.
Apesar de Joey ser o Frontman da banda, quem dava as cartas era Johnny. Ele criou o estilo Ramone de ser, e também criou o uniforme da banda. Foi de Johnny a ideia de acrescentar o sobrenome Ramone em todos os integrantes, criando a família Ramones.
Johnny tinha uma meta, conseguir um milhão de dólares, e se mandar da Califórnia, apesar de ter amigos por lá, Johnny odiava tudo aquilo, o calor os inimigos, e em especial a infância pobre. Seu Pai nunca pode comprar uma casa, por conta do baixo salário ele sempre estava em busca de uma casa para alugar. Johnny não queria mais essa vida.
O livro também aborda a vida amorosa do guitarrista com a sua mulher, Linda, que antes havia namorado Joey Ramone. A “traição” [aos olhos de Joey] provocou o corte de relações entre o vocalista e o guitarrista, mas isso, não impediu que a banda prosseguisse até 1996, mas acabou afetando muito o desempenho no palco.
Além do drama o livro é recheado de momentos engraçados, como a relação com os fãs e como não dava atenção as celebridades que sempre apareciam no camarim para conversar sobre o show.
Leia, Commando – A autobiografia de Johnny Ramone.
Maldito vivant volta na segunda.

