A primeira comparsa Paradis escreve sobre (Emma)

Antes de começar o Post de HJ, devo comentar [apresentar] a pessoa que escreve no dia de hj. Depois de uns 397 convites a Carla Valois [a Paradis ou como eu gosto de chamá-la “P.”], aceitou escrever uma pequena notinha sobre um livro q terminou de ler [Leitura sua é segunda paixão] pra quem ainda não sabe a Carla Paradis é uma famosa blogueira de Maceió. Seu Blog mostra o melhor da moda [primeira paixão], com estilo e elegância.

P. foi à primeira blogueira que visitei e a primeira que fiz amizade, estamos meio separados pelas agendas, mas minha admiração pela sua inteligência, e meus sentimentos vão continuar sinceros.

P. dona do Fashion Gone Wild

Visitem a Paradis no blog Fashion Gone Wild [Clique aqui]

Emma é o quarto dos seis romances escritos pela autora inglesa Jane Austen (é precedido por Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813) e Mansfield Park (1814) e sucedido por Northanger Abbey e Persuasão, publicados após a morte de Jane em 1817).

A obra em questão nos traz a história de Emma Woodhouse, uma rica e jovem dama que mora com seu pai idoso na vila de Highbury e, após conseguir unir sua antiga preceptora a um velho conhecido da família, acredita possuir habilidades extraordinárias como “casamenteira”.

Emma então conhece Harriet Smith, uma estudante de parentesco desconhecido, e a toma como protegida visando arranjar-lhe um cavalheiro como futuro marido. Por ter em tão alta estima seu senso de observação e acreditar julgar bem as pessoas, Emma comete inúmeros erros de interpretação e acaba por machucar várias pessoas.

Antes de começar a escrever “Emma”, Jane Austen afirmou que iria criar “uma heroína da qual ninguém, exceto ela, vai gostar muito” e foi o que ela realmente fez: Emma Woodhouse é boba e esnobe, o tipo de pessoa que Elizabeth Bennet repudiaria.

Entretanto, nós podemos aprender com os equívocos da protagonista e tentar tornarmos pessoas melhores, como a própria Emma acaba por se tornar no final de sua jornada.

Vale a pena a leitura de mais essa maravilha saída da mente de Jane Austen, além de uma deliciosa história apreende-se o cotidiano das famílias inglesas da época da Regência-georgiana e da Inglaterra rural.